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Eleições 2018
Atualizado em: 19/08/2018 - 12:25 pm


OEA enviará observadores que devem acompanhar eleições de outubro. Foto: Divulgação

A pouco mais de um mês das eleições, uma missão precursora de observadores estrangeiros designada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) desembarcará em Brasília.

Nos próximos dias 22, 23 e 24 a responsável pela missão, a ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchila, e equipe terrão uma série de reuniões para definir os trabalhos no período de 7 a 28 de outubro, quando ocorrem o primeiro e o segundo turnos.

Para especialistas em direito eleitoral, a presença dos observadores é interpretada como uma forma de aperfeiçoamento do sistema e também de futura cooperação para adoção de medidas que considerem essenciais no processo.

A participação da missão faz parte das práticas das nações democráticas em que há eleições livres, justas e competitivas.

Reuniões 
Nos três dias em Brasília, a missão chefiada por Laura Chinchila vai conversar com o presidente Michel Temer, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. Em um primeiro momento, os observadores vêm apenas para organizar os trabalhos. Em outubro, chegarão 60 observadores estrangeiros.

Observação
O grupo vai se dividir para acompanhar as votações em todas as regiões do país. A prática é escolher distintas áreas para observar critérios definidos inicialmente. No fim do ano passado, o TSE e o governo brasileiro convidaram a OEA para enviar observadores eleitorais para acompanhar as eleições no Brasil. Em dezembro de 2017, foi assinado um acordo definindo a realização de uma “observação independente e imparcial das eleições”.

Histórico
Dos 34 integrantes da OEA, o Brasil será o 28º país a receber uma missão de observação eleitoral. Os observadores ficarão atentos à infraestrutura organizada para as eleições, às tecnologias aplicadas e principalmente à denominada “integridade” eleitoral.

Com informações da Agência Brasil










Internacional
Atualizado em: 19/08/2018 - 10:01 am


Temer convoca reunião para discutir ataque a venezuelanos em Roraima. Foto: Marcos Correia

O presidente Michel Temer convocou para este domingo (19), às 10h30, reunião no Palácio da Alvorada, para discutir a crise causada pela reação de moradores do município de Pacaraima, em Roraima, que fica na fronteira com a Venezuela.

Os moradores expulsaram venezuelanos de barracas e abrigos, inclusive ateando fogo, depois que um comerciante local foi assaltado e espancado.

Ministros
Temer chamou para a reunião os ministros Raul Jungmann (Segurança Pública), Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional) e Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores), que pode ser representado pelo secretário-geral do Itamaraty, embaixador Marcos Galvão, pois o chanceler tem viagem marcada para a Bolívia.

Apoio
O Ministério da Segurança Pública enviará efetivo extra da Força Nacional para Pacaraima, onde as equipes já desenvolvem operação de apoio à Polícia Federal. A previsão é que o reforço chegue amanhã (20) à cidade. A imprensa de Roraima menciona ainda reforço por parte da Polícia Federal. Não há confirmação deste dado.

Caso
A tensão começou no fim deste sábado (18) com um ato em frente ao Comando Especial de Fronteira do Exército, que fica na cidade, contra a presença de refugiados da Venezuela. A manifestação pacífica culminou com episódios de violência. A crise foi deflagrada por um assalto e espancamento de um comerciante em casa supostamente por quatro venezuelanos, provocando revolta nos moradores.

Também irritou a população a falta de uma ambulância para socorrer o comerciante, que foi atendido no hospital da cidade. Seu estado de saúde é estável. À Agência Brasil, o prefeito de Pacaraima, Juliano Torquato, que está fora de Roraima, disse que a situação ainda não está controlada e que, segundo sabe, venezuelanos continuam a ser perseguidos para fora da cidade.

Reações
O governo de Roraima informou, em nota, ter enviado reforços da Polícia Militar para conter os ânimos, bem como profissionais de saúde e medicamentos para suprir as necessidades do hospital de Pacaraima. O texto também afirma ser “preciso que o Exército Brasileiro garanta a ordem na fronteira com a Venezuela”. Na nota, o governo de Roraima voltou a reivindicar o fechamento da fronteira com a Venezuela e uma maior atuação do governo federal para lidar com a crise humanitária.

A Força-Tarefa Logística Humanitária – composta pelas Forças Armadas e integrada por organismos internacionais, organizações não governamentais e entidades civis – divulgou nota em que diz prestar apoio aos atendimentos no hospital local e que “repudia atos de vandalismo e violência contra qualquer cidadão, independentemente de sua nacionalidade”.

Com informações da Agência Brasil










Eleições 2018
Atualizado em: 19/08/2018 - 9:02 am


Cid Gomes afirma que cinco candidatos à presidente são loucos

O candidato ao Senado, Cid Gomes (PDT), afirmou na noite deste sábado que pelo menos cinco dos 13 candidatos à Presidente do Brasil “deveriam estar em um manicômio”. “Não há um desses que calce, pelo menos, o sapato do Ciro”, completou.

Ciro Gomes é irmão do ex-governador e candidato à presidência. O discurso aconteceu durante o lançamento da candidatura do deputado André Figueiredo à Câmara Federal, em Fortaleza. O mesmo evento marcou o lançamento da campanha de Ciro à presidência no Ceará.

Progressista
Cid afirmou ainda que dos 13 candidatos, apenas quatro seriam progressistas. “Ser progressista é defender os mais pobres. É lutar pra que esse país não seja um país onde as suas riquezas não sejam concentradas nas mãos de seis banqueiros poderosos”, disse.

“Uma opção de fato que é do campo progressista no Brasil, alguém que sabe, que conhece, que tem experiência, que é comprometido com a causa do povo mais pobre desse país: esse nome é Ciro Gomes, pra nosso orgulho, cearense”, finalizou.

E ainda
Estavam presentes, além de Ciro e André, o presidente do PDT nacional, Carlos Lupi, o governador Camilo Santana e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio.










Eleições 2018
Atualizado em: 19/08/2018 - 8:00 am


“Eu tenho muita vergonha desse momento”, diz Ciro sobre aliança de grupo com Eunício

“Eu não voto [em Eunício Oliveira do MDB]. Eu me sinto envergonhado com essa contradição, mas respeito porque na vida pública é assim que acontece. Mas eu tenho muita vergonha desse momento”.

A declaração é de Ciro Gomes, candidato à presidência da República pelo PDT, durante evento, na noite de sábado (18), que marcou o lançamento de sua candidatura ao Planalto em Fortaleza.

Ciro foi enfático ao revelar a “vergonha” diante da composição com Eunício a quem, na eleição passada, chamou de “ladrão”.

O pedetista voltou a afirmar que não subirá no mesmo palanque eu Eunício. “Essa foto de eu com o Eunício em qualquer palanque, daqui até o fim da minha vida, ninguém terá, nunca mesmo”, disparou.

Oposição
Ao ponderar que nunca anulou voto e que a eleição deste ano querer a escolha em dois nomes para o Senado, Ciro defendeu a candidatura do irmão, Cid Gomes (PDT), e afirmou que buscará um candidato de outra aliança para dar seu voto. “Eu nunca anulei voto, então vou ver qual dos outros candidatos merece. (…) Mas nele [Eunício] eu não voto”, concluiu.

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Ciro x Eunício
Aliados até 2014, os grupos de Ciro e Eunício romperam por conta da disputa eleitoral. Durante a campanha de Camilo Santana ao Governo do Estado, Ciro disparou críticas contra Eunício, adversário do petista na corrida ao Palácio da Abolição. Questionado pelos jornalistas sobre como via o crescimento do patrimônio de Eunício, disse: “O que eu acho mesmo, é que ele é ladrão”.

No ano passado, Eunício revidou as críticas de Ciro e, durante encontro regional do PMDB na cidade de Limoeiro do Norte, disse que não voltaria a dialogar com o adversário. “Ninguém se iluda, eu saio da política, mas não faço acordo com esse cidadão chamado Ciro Gomes, que só sabe denegrir. Ninguém sabe do que ele vive, mas vai todos os dias para as rádios e televisão denegrir a vida alheia. Eu não me junto com gente desse tipo”, disse Eunício na época.

Com informações do O Povo










Agenda
Atualizado em: 18/08/2018 - 6:34 pm


Ailton Lopes (Psol)

  • Não haverá agenda de campanha

Camilo Santana (PT)

  • 8h – Ato político no bairro Vila Velha, em Fortaleza
  • 9h – Ato político no Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza
  • 18h – Comício Regional em Itarema

Gonzaga (PSTU)

  • Não haverá agenda de campanha

Hélio Góis (PSL)

  • Não haverá agenda de campanha

Mikaelton Carantino (PCO)

  • Reuniões internas

Theophilo (PSDB)

  • 8h30 – Visita à Feira de Pacajus

Atualizada às 8h35 de domingo (19) para alterar a programação do candidato Ailton Lopes










Eleições 2018
Atualizado em: 18/08/2018 - 4:25 pm


Dos 27,4 mil registros de candidaturas, 8,4 mil são de mulheres. A maioria é de mulheres brancas com nível superior. Foto: Agência Brasil

As candidaturas femininas nas eleições de outubro chegam a 30,7%, o equivalente a 8.435, do total de 27.485 pedidos de registros encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Centro-Oeste é a região com maior percentual 31,14%, depois o Sudeste (31,02%), Sul (30,84%), Nordeste (30,30%) e Norte (29,75%).

Pela legislação, 30% é o percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido. Em 2014, as mulheres representavam 8,1 mil, ou 31,1% das candidaturas. Apesar da baixa evolução, analistas políticos consideram positivo o percentual registrado e observam mudanças na forma como as eleitoras devem escolher seus candidatos.

De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, a maioria das candidatas se declara branca (51,7%) e parda (33,4%). A maior parte tem entre 45 e 49 anos e nível superior completo. A quantidade de casadas e solteiras é praticamente igual: 40%.

Pelos dados, 61,7% das candidaturas são para vagas de deputadas estaduais, enquanto 30% para federais. Há apenas duas candidatas à Presidência da República – Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) – e 29 para governos dos estados.

Pouca mudança
O cientista político Valdir Pucci disse à Agência Brasil que não houve mudança significativa no número de candidaturas em comparação com as últimas eleições gerais de 2014. Porém, Pucci acredita que desta vez a aposta dos partidos políticos é que o eleitorado feminino vai preferir votar em mulheres. Nas disputas a vagas para deputados federais, estaduais e distritais, houve a preocupação do cumprimento da cota mínima dos 30% de candidaturas femininas exigidas por lei.

“Já na eleição majoritária [de governadores, senadores e presidente da República] em que cada voto é importante e maioria do eleitorado é feminino, os partidos já perceberam que o eleitorado feminino tem uma força muito grande e que a mulher começa a se identificar com o seu gênero na hora de votar, por isso no caso dos presidenciáveis, grandes partidos têm mulheres na vaga de vice na chapa”, ressaltou.

Para o cientista político, as mulheres também podem simbolizar o sentimento de renovação na política. “A mulher não é identificada pelo eleitor como política tradicional, corrupta, ela é muito mais vista como sinal de renovação”, avaliou.

Causas
Para o cientista político da Universidade de Brasília Lúcio Rennó, as mulheres conquistam mais visibilidade pois estão organizadas e atuantes na defesa de várias causas, como o combate a relacionamentos abusivos e o feminicídio. Rennó elogiou a obrigatoriedade do respeito à cota dos 30% do Fundo Eleitoral às campanhas de mulheres. Segundo ele, é um diferencial e uma conquista, pois mostra como a Justiça Eleitoral está atenta às mudanças nos anseios da sociedade.

Uma das maiores críticas à resolução que beneficia as mulheres, no entanto, é que a norma não definiu regras para a distribuição desta cota entre as candidatas. Este ano, o fundo distribuirá às siglas R$ 1,7 bilhão, permitindo que o partido concentre recursos em poucas candidaturas, deixando a maioria sem financiamento.

Critérios
Pela resolução, caberá aos partidos estabelecer os critérios de distribuição do montante entre seus candidatos, levando em consideração a cota reservada às mulheres. O partido que não destinar o percentual definido para a campanha de uma mulher pode não ter as contas anuais aprovadas. A rejeição implica ainda na devolução do dinheiro declarado irregularmente, acrescido de multa de até 20%.

Protagonismo
Sobre uma possível percepção de maior protagonismo das mulheres nessas eleições Pucci acredita que os candidatos entenderam que além de serem maioria entre os eleitores brasileiros, as mulheres reforçam o movimento por renovação na forma de fazer política. “A mulher não é identificada pelo eleitor como política tradicional, corrupta, ela é muito mais vista como sinal de renovação”, avaliou o especialista.

Para o cientista político da Universidade de Brasília, Lúcio Rennó, as mulheres estão tendo mais visibilidade por estarem cada vez mais organizadas e atuantes na defesa de várias causas como, por exemplo, nas que combatem relacionamentos abusivos e o feminicídio. Embora reconheça que a medida não deva ter uma influência grande nos resultados das urnas, o professor avalia que a resolução do TSE, de maio deste ano, que obrigou os partidos a repassar, pelo menos, 30% do Fundo Eleitoral às campanhas de mulheres é um grande diferencial e a uma grande conquista. Segundo ele, a regra mostra como a Justiça Eleitoral está atenta às mudanças nos anseios da sociedade.

Críticas
Uma das maiores críticas à resolução que beneficia as mulheres no entanto, é que a norma não definiu regras para a distribuição desta cota entre as candidatas. Este ano, o fundo distribuirá às siglas R$ 1,7 bilhão. Dessa forma, um partido pode concentrar os recursos em poucas candidaturas, deixando a maioria sem financiamento.Pela resolução , caberá aos partidos estabelecer os critérios de distribuição do montante entre seus candidatos, levando em consideração a cota reservada às mulheres. O partido que não destinar o percentual definido para a campanha de uma mulher pode nçao ter as contas anuais aprovadas. A rejeição implica ainda nadevolução do dinheiro declarado irregularmente, acrescido de multa de até 20%.

Com informações da Agência Brasil










Eleições 2018
Atualizado em: 18/08/2018 - 2:21 pm


TRE promoverá audiência pública sobre Horário Eleitoral Gratuito

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará realizará, na próxima sexta-feira, 24 de agosto, às 9h, na Sala de Sessões, audiência pública para que sejam adotadas providências acerca do Horário Eleitoral Gratuito – Eleições 2018, que iniciará no dia 31 de agosto.

Na ocasião, serão tratados os assuntos:

  • 1. Escolha das emissoras geradoras da propaganda eleitoral gratuita em rede, no rádio e na televisão;
  • 2. Sorteio da ordem de veiculação da propaganda em rede de cada partido ou coligação para o primeiro dia do horário eleitoral gratuito;
  • 3. Distribuição, através do sistema informatizado do TSE, do tempo da propaganda eleitoral gratuita, em rede;
  • 4. Elaboração do plano de mídia para a propaganda eleitoral, através de inserções, pelos partidos políticos e emissoras de televisão e de rádio;
  • 5. Elaboração e aprovação de acordo entre os partidos e coligações e as emissoras de rádio e televisão, dispondo sobre a entrega das gravações contendo a propaganda eleitoral gratuita.

Propaganda
A juíza Daniela Lima da Rocha coordena os trabalhos relativos ao horário eleitoral, assim como é coordenadora do Juizado Auxiliar da Propaganda, com o suporte dos servidores da Secretaria Judiciária. A Seção de Gerenciamento de Dados Partidários do TRE já expediu ofícios a todas as autoridades que, direta ou indiretamente, estarão envolvidas nas atividades, bem como às emissoras filiadas a Acert e aos diretórios estaduais dos partidos políticos.

Com informações do TRE










Ceará
Atualizado em: 18/08/2018 - 12:00 pm


Plantão do Judiciário garante atendimento neste fim de semana

Magistrados da Capital e de comarcas do Interior atuam em regime de plantão neste fim de semana.

TJCE
No Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o atendimento será feito pelas desembargadoras Maria Gladys Lima Vieira e Lisete de Sousa Gadelha. As magistradas atenderão, respectivamente, no sábado (18/08) e domingo (19), das 12h às 18h, no Palácio da Justiça, bairro Cambeba.

Fórum
No Fórum Clóvis Beviláqua, o plantão ficará a cargo da 2ª Vara de Registros Públicos, da 1ª Vara de Registro de Empresas e de Falências, e da 3ª e 4ª Varas do Júri. Os juízes estarão disponíveis das 12h às 18h.

Criança e adolescente
Os pedidos de natureza cível no âmbito de competência da Infância e da Juventude, destinados apenas para apreciação de casos urgentes, serão analisados pelos citados plantonistas.

Interior
No Interior, o atendimento será das 8h às 14h nas comarcas de Juazeiro do Norte (Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher), Barbalha (1ª Vara), Iguatu (1ª Vara), Brejo Santo (2ª Vara), Ipaumirim (Vara Única), Quixadá (JECC), Redenção (Vara Única), Morada Nova (2ª Vara), Aracati (1ª Vara), Pacatuba (1ª Vara), Eusébio (2ª Vara), Paraipaba (Vara Única), Marco (Vara Única), Sobral (3ª Vara Criminal), Camocim (2ª Vara), Coreaú (Vara Única), Guaraciaba do Norte (Vara Única), Crateús (1ª Vara), Aiuaba (Vara Única) e Canindé (1ª Vara).

Com informações do TJCE










Internacional
Atualizado em: 18/08/2018 - 10:32 am


Morre o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan. Vencedor do prêmio Nobel da Paz, o ganês morreu aos 80 anos

Morreu neste sábado (18) o ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e vencedor do prêmio Nobel da Paz, o ganês Kofi Annan, de 80 anos.

A informação foi confirmada pela família. Não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte.

No período em que comandou a Organização das Nações Unidas (ONU), de 1997 a 2007, Kofi Annan recomendou a ampliação do Conselho de Segurança, sugestão defendida pelo governo brasileiro, e reformas no órgão.

Nobel
Em 2001, recebeu o Prêmio Nobel da Paz pela criação do Funto Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária, destinado a colaborar com os países em desenvolvimento. Marcou o comando da ONU por investigações de assédio sexual e desvios de recursos envolvendo funcionários da entidade.

Com informações da Agência EFE, via Agência Brasil










Eleições 2018
Atualizado em: 18/08/2018 - 10:01 am


Só Marina, ao encurralar Bolsonaro, aproveitou formato de ringue no debate

O formato de embate direto entre os presidenciáveis prometia melhorar um pouco o grau de sonolência proporcionado pelo debate promovido pela RedeTV! e a revista IstoÉ. Não deu muito certo, os postulantes não buscaram fazer do círculo central um octógono de MMA.

A exceção ocorreu quando Marina Silva (Rede) deixou Jair Bolsonaro (PSL) sem resposta ao usar de sua condição de mulher para criticar as posições do deputado minimizando a desigualdade de oportunidade no mercado de trabalho. Ela o encurralou fisicamente, aproximando-se do candidato.

Ela ainda engatou uma réplica no campo em que o candidato transita, o dos evangélicos pentecostais, e buscou pespegar-lhe a pecha de intolerante com um questionamento maternal, falando de crianças. Isso mira apoiadores menos firmes de Bolsonaro; se funcionará quando explorado à frente, é outro ponto.

Telecatch
No geral, foi apresentado mais um ringue do Telecatch, o mítico programa de TV de lutas coreografadas do fim dos anos 1960. Ou seja, marmelada em perguntas sem agressividade e destinadas a dar o máximo de tempo para ambos os presentes a expressarem o que consideram planos.

Daciolo
Uma variante para adicionar colorido ao evento foi, como no debate da Bandeirantes na semana passada, a presença de Cabo Daciolo (Patriota). O candidato encarnou um pastor, com uma bíblia na mão e tudo, enunciando a palavra do Senhor praticamente a cada intervenção. Daciolo é o resumo desse modelo de debate numa eleição fragmentada: apenas o histrionismo corta o bocejo, mas leva a questionamentos sérios sobre os limites da legislação que rege os debates. Oito candidatos não discutem, fazem autoelogios -ou pregação nonsense, no caso de Daciolo, talvez com a única exceção: quando disse que “tudo era um teatro”.

Bolsonaro
O irmão ideológico mais velho de Daciolo, Bolsonaro, teve um desempenho pior do que o zero a zero da semana passada. Além do episódio com Marina, enrolou-se ao falar de orçamento, demonstrando insegurança ao apelar aos indefectíveis “meus economistas”. Como na Bandeirantes, falou o que seus apoiadores fiéis e detratores queriam ouvir. Mais do mesmo.

Ciro x Alckmin
Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) fizeram um ensaio de duelo sobre cobrança de impostos estaduais -um avanço na teoria, assim como uma certa prevalência de temas econômicos, mas expressado de forma ininteligível para o espectador. No mais, ambos levantaram a bola um para o outro em diversas oportunidades. Cenas para serem exibidas, com o tom professoral, no horário eleitoral que começa no próximo dia 31.

Marina x Álvaro
Marina e Alvaro Dias (Podemos) fizeram a outra dobradinha propositiva da noite. Ambos estavam mais soltos do que na semana passada, falando de forma mais articulada. Marina também fez uma troca de amabilidades com Ciro, ambos ex-ministros do governo Lula que são. De seu lado, Dias foi feliz também ao colar em Alckmin a imagem negativa de sua aliança com o centrão. O tucano, por sua vez, abandonou a defesa da necessidade de coalizão e insistiu na necessidade de uma reforma política, prova de que a vacina testada no primeiro debate não foi considerada eficaz em análise de sua equipe.

Meirelles x Boulos
Também melhorou o desempenho Henrique Meirelles (MDB), embora o trabalho no campo da dicção e da clareza ainda esteja longe de resolver a questão. E colocá-lo na posição de inquisitor contra Bolsonaro, falando sobre direitos femininos, não funciona: o deputado usou o ex-ministro como escada. Marina foi muito mais incisiva, por motivos mais ou menos óbvios. Meirelles protagonizou uma suave altercação com Guilherme Boulos, trocando ironias e sorrisos no centro do palco. O candidato do PSOL, aliás, abandonou a defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que marcou sua apresentação na Bandeirantes. Apenas protestou, antes do começo do debate, pela ausência do púlpito vazio de Lula.

PT
O petista, largamente ausente no debate anterior, foi citado aqui e ali. Reflexo da exposição que o registro de sua virtualmente inviável candidatura teve nos últimos dias. O alvo ali não era Lula, e sim Fernando Haddad, o poste indicado para tomar o lugar do ex-presidente.

Marca
As apresentações iniciais, que respondiam sem responder a perguntas atribuídas ao público, e as considerações finais apenas reforçaram o que cada candidato quer colar como sua marca. Alckmin, o preparado. Bolsonaro, a ruptura. Ciro, o homem do SPC. Dias, o defensor da Lava Jato. Marina, a compassiva. E por aí foi.

Com reportagem de Igor Gielow para a FolhaPress










Eleições 2018
Atualizado em: 18/08/2018 - 9:01 am


Em discurso, Cid defende que nem todo político é “ladrão”

Durante ato no município de Brejo Santo, na noite desta sexta-feira (17), o candidato ao Senado, Cid Gomes (PDT) afirmou que o povo não pode perder a esperança na política. “Ainda existem homens bem intencionados e que querem transformar a vida das pessoas”, disse ele.

O discurso aconteceu durante o lançamento da candidatura do ex-prefeito da cidade, Guilherme Landim, à Assembleia Legislativa.

“Muitos cearenses tem o sentimento que todo político é ladrão. Mas esse não é o caminho que a gente deve acreditar. Há na vida pública gente com sensibilidade ao sofrimento dos mais pobres. O Ceará é o exemplo disso”, declarou. Também estavam presentes prefeitos e vereadores da Região e o deputado federal Antônio Balhmann.

Campanha
A campanha foi intensa no Cariri nesta sexta-feira. Mais cedo, Cid Gomes comandou um adesivaço em um dos cruzamentos mais movimentados de Juazeiro do Norte. Na hora do almoço, o candidato se encontrou com prefeitos, vereadores e lideranças políticas do Cariri, em Lavras da Mangabeira. Cid estava acompanhado do governador Camilo Santana (PT) e do senador Eunício Oliveira (MDB). Pela manhã, a visita foi ao Horto do Padre Cícero. Cid assistiu a uma missa na capela do Senhor do Bom Jesus e fez uma prece na estátua de Padre Cícero.










Agenda
Atualizado em: 18/08/2018 - 8:00 am


AILTON LOPES (PSOL)

  • 9h – Caminhada pelo Centro com o candidato a deputado federal em Tauá
  • 15h – Lançamento das candidaturas negras da Frente de Esquerda Socialista na sede do PSOL)

CAMILO SANTANA (PT)

  • 8h – Carreata Regional em Horizonte
  • 17h – Ato político no Eusébio
  • 20h – Ato político em Fortaleza

GONZAGA (PSTU)

  • Não haverá agenda de campanha

HÉLIO GÓIS (PSL)

  • Não haverá agenda de campanha

MIKAELTON CARANTINO (PCO)

  • Não informada até o fechamento da edição

THEOPHILO (PSDB)

  • 9h30 – Visita ao município de Maranguape
  • 14h30 – Entrevista ao jornal Diário do Nordeste









Eleições 2018
Atualizado em: 17/08/2018 - 6:34 pm


TRE do Ceará solicita condições de acessibilidade nos locais de votação. Foto: Divulgação

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira, enviou, nesta semana, ofício solicitando a contribuição dos órgãos públicos e entidades privadas para a redução de barreiras identificadas em locais de votação.

A medida se faz necessária uma vez que esta Justiça Especializada não possui competência, nem dispõe de recursos financeiros, para realizar as benfeitorias necessárias visando à acessibilidade do eleitor.

O documento contém relatório específico com informações obtidas sobre as condições de acessibilidade nas vistorias realizadas pela Justiça Eleitoral. Servidores dos cartórios visitaram todos os locais de votação com o objetivo de verificar a existência de barreiras no acesso aos locais e às seções eleitorais.

Os ofícios foram endereçados ao governador do Estado, aos prefeitos dos 184 municípios cearenses, aos gestores das instituições federais e às escolas particulares que possuem prédios requisitados como locais de votação.

Acessibilidade
O TRE do Ceará possui um Programa de Acessibilidade, desenvolvido por uma Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, que tem como objetivo a implementação gradual de medidas para a remoção de barreiras urbanísticas, arquitetônicas, nas comunicações e na informação, atitudinais e tecnológicas, a fim de promover o amplo e irrestrito acesso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, usuários internos ou externos dos espaços ou dos serviços da Justiça Eleitoral, no âmbito da Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, dos cartórios eleitorais e dos locais de votação do Estado do Ceará.

Com informações do TRE










Eleições 2018
Atualizado em: 17/08/2018 - 5:21 pm


Bolsonaro diz que críticos de seu plano de governo são analfabetos. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O candidato à presidência pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (17), durante formatura de sargentos da Polícia Militar, que críticas sobre seu plano de governo vêm de analfabetos.

O plano de governo do militar foi classificado como superficial por especialistas, que foram criticados por Bolsonaro. “Não posso responder ao analfabeto que falou isso aí. Se o cara não sabe ler e interpretar não posso dizer nada”, disse. “O plano é uma diretriz, é uma intenção. Vocês nunca cobraram plano de ninguém”.

As declarações foram feitas durante formatura de sargentos da Polícia Militar no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista. O evento oficial da polícia teve clima de comício, em que Bolsonaro circulou pelo sambódromo fazendo fotos com crianças vestidas de militares e o polêmico sinal de um revólver com as mãos.

Daciolo
Questionado pela Folha se temia perder votos para o deputado Cabo Daciolo, também adepto de um discurso linha dura, ele riu. “Eu conheço o Daciolo há muito tempo, tenho um bom relacionamento com ele no plenário e boa sorte pra ele”.

PT e PSDB
Bolsonaro também voltou a comparar o PT e o PSDB. Para ele, a declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de que poderia apoiar o PT num eventual segundo turno contra ele só mostra “que PSDB nunca foi diferente do PT”. “São irmãos xifópagos. Eu sei que eles farão tudo para permanecer no poder, incluindo se unir”.

Bastidores
A presença de Bolsonaro no evento acabou interrompendo a programação. No momento em que familiares foram autorizados a entrar no sambódromo para cumprimentar os policiais formandos, Bolsonaro foi cercado por admiradores gritando “mito” e “presidente”. Ele ficou ao menos 20 minutos na passarela, fazendo selfies com fãs. Questionado sobre a presença em mais um evento voltado a um nicho em que já é aceito, Bolsonaro afirmou ser “bem recebido em qualquer lugar”.

Brincadeira
Após o evento, ele não respondeu questionamentos feitos por repórteres a respeito do hábito de simular uma arma nas fotos com crianças. O deputado federal Major Olímpio (PSL), candidato a senador pelo partido de Bolsonaro, defendeu a atitude. “Acabou sendo uma brincadeira dele, virou uma brincadeira das crianças”, disse. “Por que mau exemplo? Eu era criança e brincava de bandido e mocinho. Hoje, as crianças estão brincando de bandido e bandido”.

Militar
O governador Márcio França (PSB), aliado de Geraldo Alckmin (PSDB), evitou criticar Bolsonaro. Ele tem acenado com um discurso favorável aos militares. “Ele [Bolsonaro] é um militar. Quando ele vai nas solenidades militares, as pessoas gostam dele. Também é direito das pessoas se manifestarem”, disse. Ele defendeu o direito dos militares participarem do processo eleitoral, mas afirmou que o ideal é que as crianças não tenham estímulos em relação a armas. “Mas você percebe que há uma paixão do filho para o pai, do neto para o avô, enfim. Eles criam isso desde raiz. A gente tem que tirar isso com jeito, de uma forma bem educada”.










Eleições 2018
Atualizado em: 17/08/2018 - 4:21 pm


Propaganda eleitoral paga na internet terá que ser identificada

Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

Identificada
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

Fiscalização
Sendo essa uma obrigação da legislação eleitoral, candidatos e partidos não podem impulsionar conteúdos ou pagar resultados de busca sem essas identificações. Os que agirem desta maneira estão sujeitos à fiscalização. As denúncias podem ser feitas por eleitores (por meio do aplicativo Pardal), por candidatos ou pelo Ministério Público Eleitoral. Os questionamentos são analisados pela Justiça Eleitoral e podem se transformar em sanções diversas.

Outros canais
Concorrentes e legendas também não podem veicular publicidade em outros canais na internet, como banners em sites. Mas podem enviar mensagens por correio eletrônico e divulgar mensagens em seus sites.

Facebook
O Facebook abriu processo de cadastramento para veicular publicidade eleitoral paga. A inscrição pode ser feita por meio de um formulário específico disponibilizado no site da rede social. Esses anúncios serão identificados nas linhas do tempo dos usuários da plataforma como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da legenda.

Consultado pela Agência Brasil, o Facebook não informou quantos candidatos e legendas já se cadastraram até o presente momento. Na plataforma, além da fiscalização da Justiça Eleitoral, os candidatos também ficam sujeitos às regras internas, denominadas “Padrões da Comunidade” (Community Standards). Esses princípios definem os limites do que pode ser publicado, proibindo, por exemplo, mensagens com discurso de ódio e conteúdos não autênticos. A empresa já afirmou em diversas ocasiões que não fiscalizará as chamadas “notícias falsas”.

Biblioteca
O eleitor que receber uma mensagem desta poderá verificar o motivo em uma ferramenta, denominada “Por que estou vendo este anúncio”. A plataforma vai disponibilizar também um recurso chamado de “biblioteca de anúncios”. Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados a política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.

Segmento
Este mecanismo tem por objetivo dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, o que permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.

Google
O Google informou à Agência Brasil que vai disponibilizar as plataformas de publicidade a candidatos e partidos “de acordo com as regras previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral”. Os conteúdos impulsionados voltados à campanha deverão ser identificados como “anúncio eleitoral” pelos responsáveis e conter CPF ou CNPJ, a depender se o patrocinador for um candidato ou partido.

Orgânicos
Ainda de acordo com a assessoria, as plataformas identificam qualquer forma de anúncio, diferenciando o resultado de busca pago dos resultados “orgânicos”. A exemplo do Facebook, caso um usuário queira saber por que está visualizando aquela publicação paga, pode clicar em um ícone “I” e, em seguida, na opção “Por que esse anúncio”. O usuário pode também bloquear os anúncios daquela fonte se não quiser mais receber propaganda eleitoral daquele candidato.

Opção
Outra opção ao usuário é a denúncia de uma propaganda deste tipo. Basta clicar no ícone “x” e depois na opção “Denunciar este anúncio”. Na ferramenta, a pessoa pode justificar porque está questionando aquela mensagem. Segundo a assessoria da empresa, a legislação eleitoral não prevê fiscalização prévia dos assuntos, mas os candidatos e legendas estão sujeitos às políticas internas e podem ser alvo de punições como bloqueio da propaganda ou da conta.

Outras plataformas
O Twitter anunciou que não veicularia anúncios por não ter como se adequar às exigências do TSE.

Com informações da Agência Brasil






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