Com a palavra
Atualizado em: 06/04/2011 - 6:22 pm

Artigo publicado no Portal Jangadeiro Online em 03 de março de 2011.

Momento repeteco II – Conforme prometido, retomo o assunto do artigo anterior sobre a sucessão em Fortaleza.

Para refrescar a memória
No texto anterior defendi que “Se os demais atores políticos insistirem em permanecer sem enxergar o início das mobilizações do processo eleitoral, o fracasso é certo e a única luz do fim do túnel será a do poste que Luizianne já garantiu eleger”.(Leia o artigo completo: Opinião: Entre a luz do poste e a escuridão das urnas  )

Disse ainda que “Se a oposição não mostra força, Luizianne tem preocupação de sobra com aliados e correligionários. O governador e presidente do PSB, Cid Gomes, por exemplo, já disse disse que pretende apoiar o candidato indicado pelo Partido dos Trabalhadores desde que este não seja ‘um poste’”.

Vamos adiante
A “derrota” de Luizianne, se é que se pode falar assim, diante do cenário que se vislumbra, seria interna e partidária. Explico: o governador e presidente do PSB, Cid Gomes, já disse disse que pretende apoiar o candidato indicado pelo Partido dos Trabalhadores desde que este não seja “um poste”. Pela preferência de Cid, o petista ideal seria Camilo Santana, secretário das Cidades. Quem trabalha perto de Camilo revela que a “ordem” nos próximos meses é garantir a exposição do secretário, dando a ele visibilidade necessária para uma eventual disputa.

Cenário Cidista
No Cenário ideal para os cidistas, Camilo Santana poderia formam uma chapa tendo como vice, o também secretário, Ferrúcio Feitosa (PSB). Na brincadeira de prever o futuro, alguns vão além e já imaginam (contando com a vitória de Camilo) que o petista poderia suceder o próprio Cid em 2014. Seria a hegemonia desejada por uns, com Camilo (que pode ser mais cidista do que petista) no Governo e Ferrúcio (que como vice e com a saída de Camilo assumiria o cargo) na prefeitura, além de Cid ou Ciro no Senado (deixando o atual senador Inácio Arruda sem espaço na coligação).

Claro que este é apenas um dos cenários. O nome de Camilo, por exemplo, também é citado para a disputa no Cariri. É preciso pensar ainda no espaço reservado ao atual vice-governador, Domingos Filho (PMDB), e por aí vai. São muitos os caminhos possíveis e como dizem por aí, até 2012 “ainda tem muita água pra rolar”.



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