Época
Atualizado em: 21/10/2012 - 12:14 pm

Quem serão os protagonistas da eleição de 2014?. Na foto: Dilma, Lula e eduardo Campos

A revista Época que chega as bancas de todo o país neste final de semana apresenta reportagem sobre a disputa eleitoral de 2012 e a relação entre a eleição municipal e a presidencial. Acompanhe.

O último round da eleição municipal paulistana é, também, o primeiro round da eleição presidencial. No próximo domingo, dia 28, os 8 milhões de eleitores de São Paulo escolherão, entre o tucano José Serra e o petista Fernando Haddad, quem administrará a cidade nos próximos quatro anos. Não está em jogo apenas um cargo de prefeito. O partido que vencer as eleições paulistanas – PT ou PSDB – larga na frente na próxima eleição presidencial. Se José Serra for eleito, abrirá caminho para a reeleição de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo em 2014.

Lado a lado
Neste cenário, os dois marchariam ao lado do senador Aécio Neves numa forte chapa tucana, tendo como base os Estados de Minas Gerais e São Paulo, os mais populosos do país. Se Fernando Haddad vencer o pleito, ele emergirá como a mais promissora liderança da nova geração do Partido dos Trabalhadores e trará a maior cidade do país para a base de apoio da presidente Dilma Rousseff, provável candidata à reeleição. Será também uma vitória pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mentor da candidatura de Haddad e de Dilma.

Novidades?
Ganhadores do maior número de prefeituras nas metrópoles e cidades médias do país, PT e PSDB não são os únicos vitoriosos na eleição deste ano. Como ÉPOCA apontou na semana passada, surgiram, no primeiro turno, lideranças fortes fora dos dois partidos. Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos apoiou Geraldo Júlio, candidato que se opunha ao petista Humberto Costa, o preferido de Lula. Júlio levou a prefeitura do Recife e consolidou a figura de Campos como liderança nacional.

E ainda
Eduardo Paes foi o prefeito mais votado da história do Rio de Janeiro e, na semana passada, mostrou que, a partir de agora, quer ser peça importante no xadrez federal. Lançou o governador fluminense Sérgio Cabral a vice de Dilma em 2014, causando uma pequena crise na base de seu partido. Paes é do PMDB, Campos do PSB. É cedo para dizer se essas legendas apresentarão projetos capazes de empolgar o país em 2014, em vez de apoiar tucanos ou petistas como em eleições anteriores.

Da Época



0 comentários







0 comentários
Topo | Home