Economia, Primeiro Plano
Atualizado em: 19/12/2011 - 1:18 pm

O jornalista Joelmir Beting foi o primeiro entrevistado do Primeiro Plano Especial

O Primeiro Plano Especial de dezembro trouxe a visão de três especiatistas em economia sobre as perspectivas para os setor, em 2012. A jornalista Kézya Diniz conversou com o jornalista da Rede Bandeirantes, Joelmir Beting; com o executivo do Grupo M.Dias Branco, Geraldo Luciano e, no terceiro programa, conversou com o diretor Executivo da empresa brasileira, e de capital Chinês, Globest, Wei Lip Wu.

Crise X Oportunidade
O ano de 2012 ainda vai ser marcado pela crise na economia mundial, principalmente no que diz respeito ao mercado de capitais. Para Geraldo Luciano, a crise que atinge os principais mercados do mundo terá reflexos no Brasil. No entanto, garante o executivo, os fundamentos da economia brasileira estão sólidos e conferem ao País uma posição estratégica. Ele acredita que a fragilidade de outras economias, especialmente as centrais, acabam fortalecendo as apostas – e os investimentos – nas economias emergentes.

Joelmir Beting mantém o bom humor e o otimismo, sem perder a severidade do olhar crítico. Para ele, o Brasil consegue crescer apesar da política econômica, graças ao empreendedorismo e a criatividade do setor privado. A respeito da crise de 2012, Beting afirma que o momento pode ser bom para os países emergentes. No caso do Brasil, o jornalista aponta a existência de um conjunto de apagões que impedem a aceleração do crescimento econômico.

O jornalista afirma que o processo econômico tem “luz própria”, uma autonomia positiva que independe de projeto de governo, mas de decisões e escolhas de famílias e de empresas. Esse é o mecanismo que carrega o mundo nas costas, diz.

“O Brasil tem condições de nessa década, de ser o segundo maior canteiro de obras do mundo, depois do planeta China. Tá todo mundo de olho gordo aqui no Brasil. Com Copa ou sem Copa, com PAC ou sem PAC. Nós vamos resolvendo as coisas do nosso jeito, à nossa maneira. O Brasil tem algumas energia, alguns reatores econômicos sociais, que os outros não tem. O empreendedorismo, o consumo e a vontade de inovar, só tem paralelo nos EUA. Os europeus não tem como competir com isso. Seremos, em 2030, a maior potência agrícola do mundo. Por isso, eu sempre suspiro: ‘Sendo brasileiro, como eu gostaria de ser neto de mim mesmo!”.

Assista aos programas:

Assista à entrevisa de Wei Lip Wu na íntegra


Assista à entrevista de Geraldo Luciano na íntegra

Assista à entrevista de Joelmir Beting na íntegra

 



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