Eleições 2014
Atualizado em: 20/10/2014 - 8:07 am

Eunício diz que não tem "padrinho político" e Camilo avalia crítica como "desespero de adversário". Foto: Fábio Lima/O Povo

Eunício diz que não tem “padrinho político” e Camilo avalia crítica como “desespero de adversário”. Foto: Fábio Lima/O Povo

Em entrevista à imprensa, após o debate, o candidato Eunício Oliveira (PMDB) reiterou o fato de não ter “padrinhos políticos”, o que, segundo ele, fará toda a diferença na hora de governar. “Quem tem padrinho político vai obedecer ao padrinho político que escolheu o seu candidato. Eu vou fazer a diferença, porque vou ter independência”, afirmou.

O peemedebista criticou a atual gestão, afirmando ter se fechado para o diálogo com a sociedade. “Prometer diálogo, agora, é uma farsa para buscar o voto do eleitor”, alfinetou.

Pesquisa
Questionado sobre estar em segundo lugar nas pesquisas, Eunício salientou que os 10% dos eleitores vão decidir o seu voto no dia da eleição. “Então, muita coisa vai acontecer nesses últimos dias. A pesquisa soberana que vale não é a boca de urna, mas o que vale é a pesquisa dentro da urna”.

Oposição
Eunício disse ainda que, caso não se eleja, se manterá na oposição, contra a atual composição política que administra o Ceará. “A democracia é isso, o partido que ganha vai para o governo, o que perde, vai para a oposição”, disse.

Tropas
O peemedebista lamentou ainda que para o segundo turno ocorra com segurança, seja necessária a presença das tropas federais. “É lamentável que o Estado do Ceará, no século XXI, volte a fazer uma política do tempo dos coronéis de 1940. E necessário foi pedir as forças para que venham coibir o que aconteceu no primeiro turno como compra deslavada de votos. Foi o que aconteceu no interior do Estado, em Fortaleza e Região Metropolitana”, pontuou.

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Camilo
Ao conversar com a imprensa, Camilo Santana reiterou que buscou apresentar propostas nos debates programáticos e em seus programas eleitorais de TV e rádio. “O debate é importante, porque é o momento de a gente dizer quais nossas propostas para a área da saúde, onde quero construir dois hospitais, e, em todos os municípios que ainda não têm Unidades de Pronto Atendimento”, afirmou.

“Desespero”
Sobre as críticas de seu adversário político, que não o aponta “independente” para gerir o Estado, Camilo Santana foi enfático. “Parece desespero do meu adversário. Eu sou muito grato a população do Ceará que me deu mais de dois milhões de votos no primeiro turno, e tenho muito orgulho de ser apoiado pelo governador Cid”, respondeu, disparando que: “Não fui eu que fui atrás do governador para ser candidato”.

Com informações do OE



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