Nacional, Polêmica
Atualizado em: 14/08/2011 - 12:23 pm


Ministro da Agricultura, Wagner Rossi

Em nota oficial publicada no site do ministério da Agricultura, o ministro Wagner Rossi rebate as informações publicadas pela revista Veja e diz que vai pedir direito de resposta à Justiça.

Leia em: Corrupção na Agricultura: Ministro Wagner Rossi coleciona problemas e escândalos, diz revista

No texto, o ministro nega ter pedido propina no valor de R$ 2 milhões em uma licitação cujo contrato para a prestação de serviços somava R$ 2,9 milhões. “Isso fere a lógica e o bom-senso. Pior. É lançada sem qualquer prova ou indício de materialidade”, diz Rossi.

Há menos de 15 dias, o ministro rebateu informações de que havia um consórcio entre o PMDB e o PTB para controlar a estrutura do ministério e arrecadar dinheiro. As denúncias foram feitas pelo ex-diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

Rossi reclamou ainda que a reportagem da edição desta semana da Veja é uma “campanha orquestrada com interesses políticos” que visam a “desconstruir” a imagem dele. Na nota, o ministro diz que a família dele tem “situação econômica confortável”, resultado de um “trabalho de gerações”. De acordo com ele, sua família atua em distintas áreas, como agricultura e pecuária, mercado imobiliário, comunicação e finanças.

Em relação à casa mencionada pela revista, no valor de R$ 9 milhões, Rossi diz ter comprado por R$ 195 mil, em 1996. O ministro rebate ainda a informação de que ao comandar a Companhia Docas de São Paulo (Codesp), no período de 1999 a 2000, decidiu pagar com dinheiro público a dívida com a Previdência, de R$ 126 milhões, que pertencia a empresários.

“Impossibilitada de operar em função do bloqueio das contas pela Justiça, a Codesp buscou um acordo para o parcelamento das dívidas com o INSS, o que efetivamente ocorreu. O acordo não ocasionou prejuízo a qualquer das partes”, diz a nota.

Segundo Rossi, foi correta a licitação para contratar empresa de comunicação social especializada na prestação de serviços técnicos, na elaboração e execução de planejamento estratégico de comunicação integrada, no valor de R$ 2.956.092,00. Ele nega os argumentos de que houve “cartas marcadas” no processo de concorrência.

O ministro rechaça ainda a informação de que determinou à Conab a doação de 100 toneladas de feijão à prefeitura de João Pessoa (Paraíba) para beneficiar um aliado político. Segundo ele, a doação foi feita para atender a pedidos de autoridades municipais.

Dilma renova apoio
A presidente Dilma Rousseff telefonou no sábado (13) para o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, reiterando apoio e solidariedade, segundo assessores. O telefonema ocorreu após a divulgação de informações pela revista Veja que associam o nome dele a uma série de denúncias de irregularidades.

Com informações da Agência Brasil.










Eleição
Atualizado em: 14/08/2011 - 10:41 am


O escritório paulista de estratégias de Marketing Digital, Gabriel Rossi Consultoria, referência na aréa, promove pela 1ª vez no Nordeste um curso de Marketing Político Digital. O evento será realizado em Fortaleza, no dia 17 de setembro, no Magna Praia Hotel (Av. Historiador Raimundo Girão, 1002 – Praia de Iracema).

Programação
Dentro da programação será ministrada a palestra “Muito além do ‘case’ Obama”, além de temas relacionados ao Monitoramento das Redes Sociais; Netnografia; Gerenciamento de Crise na Web Social; Propaganda Eleitoral na Internet; Planejamento Estratégico e Tendências Sócio-comportamental Digital. A carga horária é de 8 horas.

Público
O curso é voltado para políticos, assessores, profissionais do marketing, jornalistas, publicitários e estudantes. A proposta é abordar “questões estratégicas de diferenciação de uma marca política no ambiente online, a importância da análise e de se desvencilhar de ‘cases’ internacionais fora da nossa realidade para criar uma ação online realmente memoráve”l.










Nacional
Atualizado em: 14/08/2011 - 7:34 am


O Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) confirmou à Agência Brasil que 17 – sete mulheres e dez homens – dos 18 detidos na Operação Voucher foram liberados entre a noite de sexta (12/08) e a madrugada de sábado (13/08). O único que permanece detido é Wladimir Furtado, ex-prefeito de Ferreira Gomes (Amapá). Em média, foi cobrada de cada um dos detentos fiança de R$ 110 mil (20 salários mínimos).

Na relação dos liberados estavam o secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva Costa, o ex-secretário executivo Mário Moysés e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins Filho.

A Operação Voucher, comandada pela Polícia Federal, investiga o esquema de corrupção no Ministério do Turismo. As apurações começaram há quatro meses a partir de um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que identificou irregularidades no contrato firmado entre o ministério e a organização não governamental Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi).

As investigações partiram de um convênio com sinais de fraude, envolvendo R$ 4,4 milhões. Pelas apurações preliminares, os policiais calculam que dois terços dos recursos foram desviados pelo esquema de corrupção.

Leia mais:
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No último dia 9, a Operação Voucher expediu 36 mandados de prisões preventivas e temporárias. Os envolvidos foram levados para a Penitenciária de Macapá.

Da Agência Brasil










Corrupção, Denúncia, Nacional
Atualizado em: 13/08/2011 - 4:40 pm


Em 30 anos de política, o ministro da Agricultura deixou um rastro de histórias esquisitas por onde passou, diz revista.

Um reportagem da revista Veja desta semana mostra um histórico de denúncias e as conexões do suposto esquema de corrupção que envolvem o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. Segundo a publicação, o ministro Wagner Rossi, da Agricultura, gastou a semana passada tentando convencer a presidente Dilma Rousseff de que não tinha ligações com as interferências do lobista Júlio Fróes nos negócios da pasta que comanda, como havia sido revelado por VEJA na semana anterior.

 Apesar da demissão de Milton Ortolan, segundo na hierarquia e seu braço direito há 25 anos, e das provas de que Fróes tinha sala dentro da Comissão de Licitações da Agricultura, Rossi posava de marido traído. Chamado ao Congresso para dar explicações, disse que Ortolan era ingênuo, e que ele, como ministro, não podia controlar a portaria do ministério para impedir a entrada de Fróes. Sobreviveu uma semana, mas vai precisar de muito mais do que frases de efeito se quiser continuar na cadeira de ministro.

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado mostra que Wagner Rossi, paulistano de 68 anos, é um colecionador de problemas, um daqueles políticos que costumam deixar um rastro de histórias esquisitas por onde passam.

Na Conab
A primeira história relatada por VEJA remonta ao tempo em que Rossi presidia a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, vinculada ao ministério da Agricultura. No final de 2007, a estatal doou 100 toneladas de feijão para a prefeitura de João Pessoa, então comandada por Ricardo Coutinho, do PSB, hoje governador da Paraíba. O feijão deveria ser distribuído entre famílias de baixa renda, mas como havia uma eleição municipal em 2008, o prefeito decidiu guardar parte do estoque. Funcionário da Conab há 25 anos, Walter Bastos de Moura descobriu a irregularidade e a denunciou diretamente a Wagner Rossi, em abril de 2008. Rossi prometeu tomar providências.

Como nada aconteceu, Walter Bastos passou a vigiar a mercadoria estocada. Em setembro, a poucos dias eleição, ele recebeu a informação de que o feijão seria enfim distribuído e acionou a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral. Para evitar o flagrante, diz ele, a prefeitura decidiu sumir com as provas e despejou 8 toneladas de feijão no aterro sanitário de João Pessoa. A cena do lixão inundado por grãos foi registrada no vídeo abaixo.

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A história chegou a ser explorada como denúncia contra o prefeito, mas era muito mais grave: tratava-se de um flagrante do uso político da Conab para favorecer aliados do governo federal. Num acesso de sinceridade, o ex-presidente da empresa Alexandre Magno Franco de Aguiar, que sucedeu Rossi na empresa e hoje é seu assessor especial no ministério, confessou a VEJA que o próprio Rossi usou o expediente de distribuir alimentos para conseguir votos, inclusive para favorecer eleitoralmente o filho, Baleia Rossi, deputado estadual e presidente do diretório do PMDB de São Paulo.

No ministério
Já no cargo de ministro da Agricultura, para o qual foi nomeado em março de 2010 por Lula, Rossi não tardou a implantar seu método de lidar com a coisa pública. Em 8 de dezembro do ano passado, a Comissão de Licitação do Ministério da Agricultura estava reunida para abrir as propostas técnicas de quatro empresas que disputavam um contrato para prestar serviços de comunicação à pasta. Um dos representantes de empresas ali presente fez uma denúncia grave. Disse, em alto e bom som, que aquilo era um jogo de cartas marcadas e que já estava acertado um “pagamento de 2 milhões de reais ao oitavo andar”. No oitavo andar, fica o gabinete do ministro.

O presidente da Comissão de Licitação, Israel Leonardo Batista, disse que registraria a acusação em ata e a encaminharia à Polícia Federal. Não demorou para que fosse chamado à sala da então coordenadora de logística do ministério, Karla Carvalho, onde recebeu a ordem de não tomar nenhuma atitude. Karla já era, na época, figura de confiança de Rossi. De lá para cá, só subiu na hierarquia da pasta. Até a semana passada, era a poderosa secretária-executiva do ministério. Trabalhava diretamente com Milton Ortolan, demitido horas após a última edição de VEJA chegar às bancas com as revelações sobre Júlio Fróes.

Na Companhia Docas
Não bastassem as suspeitas que rondam seu gabinete na Agricultura, o ministro ainda deve esclarecimentos sobre sua atuação na Companhia Docas de São Paulo (Codesp), cargo ao qual chegou também pelas mãos do amigo Michel Temer. Quando presidia a Codesp, uma estatal, Rossi descobriu que empresas contratadas pelo Porto de Santos deviam 126 milhões de reais à Previdência. Em vez de exigir que acertassem as contas, decidiu pagar ele mesmo a fatura – com dinheiro público da Codesp, é claro. A lista de beneficiários do dinheiro público inclui 99 empresas privadas que jamais quitaram os débitos assumidos pela estatal. Em 2005, seis anos depois do acordo, apenas 20.000 reais haviam sido ressarcidos à empresa.

Amigo há 50 anos e leal servidor do vice-presidente Michel Temer, Wagner Rossi entrou para a política em 1982, quando concorreu pela primeira-vez a deputado federal. Até então, levava uma vida modesta de professor universitário. Morava em uma casa de classe média em Ribeirão Preto, tinha uma Kombi, uma Belina e um Fusca Laranja, com o qual fez a campanha. “Ele não tinha dinheiro nem para bancar os santinhos”, lembra João Gilberto Sampaio, ex-prefeito de Ribeirão Preto. Depois de dois mandatos como deputado estadual, dois como deputado federal, a presidência da Codesp, da Conab e dois anos como ministro (funções cujo salário máximo é de 26 mil reais), sua ascensão patrimonial impressiona.

O homem do fusca laranja e sua família são, hoje, proprietários de empresas, emissoras de rádios, casas e fazendas. Wagner Rossi mora numa das casas mais espetaculares de Ribeirão Preto, no alto de uma colina, cercada por um bosque luxuriante, numa área de 400 mil metros quadrados. Adquirida em 1996, quando ele era deputado, a mansão é avaliada hoje em 9 milhões de reais. Tudo, nas palavras do ministro, conquistado com o esforço de 50 anos de trabalho e uma herança recebida.

Da Veja.com










Ceará
Atualizado em: 13/08/2011 - 2:02 pm


Prefeito Paulo César Evangelista (DEM). Foto: Iguatu.org

O prefeito Paulo César Evangelista (DEM) tomou posse como novo gestor do município de Nova Russas no início da noite de sexta-feira (12). Ele foi empossado pelo presidente da Câmara de Vereadores, vereador Carlos Sérgio de Brito (PT), que convocou a sessão extraordinária, após a cassação do mandato do ex-prefeito Marcos Alberto Torres Martins, ocorrida no último domingo (7).

Lideranças políticas da região e moradores do município prestigiaram a posse. Paulo César já estava, interinamente, à frente da gestão municipal desde o início de abril, quando o Tribunal de Justiça afastou Marcos Alberto e ele, que era vice-prefeito, assumiu o cargo.

“Agora assumo a gestão de forma definitiva e quero dar uma grande contribuição para a minha cidade. Já iniciei o restabelecimento do Município e darei continuidade”, prometeu.

Prisões
Na primeira quinzena de maio, o prefeito afastado foi preso em uma operação da Polícia Federal. Dias depois foi posto em liberdade. Já no dia 8 de junho as Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Ceará determinaram a prisão do prefeito de Nova Russas, Marcos Alberto Martins Torres, acusado por crimes de improbidade administrativa. Ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Capturas.

Cassação
No dia 7 de agosto, vereadores da Câmara Municipal de Nova Russas votaram aprovaram a cassação do prefeito que já estava afastado da gestão, Marcos Alberto Martins Torres. Ele continua preso na Delegacia de Capturas, em Fortaleza, acusado dos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, fraude em licitações, entre outros.

Acompanhe também: Vídeo: Prefeito de Nova Russas é cassado pela Câmara Municipal

Acusações
Segundo denúncias encaminhadas pelo Ministério Público, existem indícios do envolvimento do gestor em um suposto esquema de fraudes em licitações e desvio de verbas públicas em processos de obras e serviços de engenharia, limpeza urbana e locação de veículos.

Além de atos de improbidade administrativa supostamente cometidos em parceria com empresas “laranjas”, o prefeito é acusado de desvios de mais de R$ 8 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para contas pessoais de sua mulher e de sua filha.

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Com informações do repórter Ricardo Lima e do Diário do Nordeste.










ALEC, Ceará
Atualizado em: 13/08/2011 - 11:30 am


Os deputados estaduais aprovaram, na sessão plenária desta sexta-feira (12), o projeto de autoria da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa que dispõe sobre a extinção e criação de cargos do quadro de pessoal da Casa. A mudança faz parte do processo para abertura de concurso público que será realizado pelo Legislativo estadual.

Mudanças
Cem novos cargos de analista legislativo serão preenchidos por meio de concurso público de provas e títulos. O projeto de lei pede ainda a extinção de 93 cargos vagos do Grupo Ocupacional de Nível Superior e 88 do Grupo Ocupacional de Atividades de Apoio Administrativo e Operacional.

Vagas
As vagas são para cargo de analista legislativo e cadastro de reserva nas seguintes áreas do conhecimento: Administração, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Design Gráfico, Direito, Engenharia de Pesca, Estatística, Fonoaudiologia, Geografia, História, Informática, Jornalismo, Língua Portuguesa, Publicidade e Sociologia.

Leia ainda: Assembleia anuncia concurso público – Edital será divulgado em agosto

Com informações da Assembleia Legislativa do Ceará










Serviço
Atualizado em: 13/08/2011 - 9:00 am


A unidade móvel do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) atende aos eleitores a partir da próxima terça-feira (16) até sexta-feira (19), das 9h às 15h, no bairro Alto da Balança. O ônibus do TRE ficará estacionado na Escola Edite Braga, na rua Capitão Vasconcelos, nº 1061. Os eleitores poderão tirar o título, transferir, obter a 2ª via ou fazer a revisão eleitoral.

O serviço da unidade móvel foi implantado pelo TRE do Ceará em 2007, para facilitar o atendimento ao eleitor que encontra dificuldades de se deslocar ao Fórum Eleitoral Péricles Ribeiro, na Praia de Iracema, principalmente no caso dos idosos e deficientes físicos.

Depois do Alto da Balança, o ônibus do TRE irá ao bairro Autran Nunes, no período de 23 a 26 de agosto.

Com informações do TRE










Bastidores
Atualizado em: 12/08/2011 - 8:16 pm


Cid Gomes disse que proibiu Arialdo de criticar Fortaleza e outras administrações como secretário de Estado. Foto: Reprodução da TV Jangadeiro

“Enquanto posicionamento de governo ele [Arialdo Pinho] está proibido de falar qualquer coisa contra Fortaleza ou contra qualquer outra administração. Agora, na sua manifestação de opinião pessoal, eu não posso impedir ninguém de fazer”.

Com essas palavras, o governador Cid Gomes (PSB) tentou encerrar a polêmica envolvendo o secretário-chefe da Casa Civil, Arialdo Pinho e a prefeita Luizianne Lins (PT). 

A declaração foi dada após visita ao estádio Castelão na tarde desta sexta-feira (12) .

Público x Privado
Cid Gomes ainda ressaltou que a opinião foi emitida através do twitter “privado” e que, por isso, não revela o pensamento de Arialdo “como secretário de governo”.

“As pessoas tem livre opinião e se manifestam privadamente da forma como querem. Eu não posso impedir ninguém de manifestar sua opinião pessoal”, disse Cid Gomes ao encerrar a entrevista.

Toma lá, Dá cá
No dia 9 de agosto o secretário-chefe da Casa Civil, Arialdo Pinho, fez duras críticas à prefeita da capital através da rede social Twitter. Luizianne reagiu e, em entrevista, acabou retribuindo a crítica no mesmo tom.

Leia em: Reação: Alvo de críticas, Luizianne chama Arialdo Pinho de “moleque”

Acompanhe a entrevista do governador Cid Gomes sobre as declarações do secretário Arialdo Pinho contra Luizianne Lins.










Ceará
Atualizado em: 12/08/2011 - 6:56 pm


Antônio Argeu Nunes Vieira

O ex-prefeito de Boa Viagem foi condenado a 12 anos e seis meses de reclusão por utilização indevida e desvio de verbas públicas. De acordo com a decisão, Antônio Argeu Nunes Vieira pode apelar da sentença em liberdade.

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP) do Ceará, o então prefeito de Boa Viagem contraiu dois empréstimos por antecipação de receita orçamentária. O primeiro, no valor de R$200 mil, foi realizado em 11 de janeiro de 2005 e, o segundo, de R$ 150 mil, foi firmado em 13 de março do mesmo ano.

O MP afirmou que as operações foram feitas sem autorização do Legislativo municipal. Além disso, o dinheiro foi utilizado para a compra de um terreno, no valor de R$150 mil, pagamento de servidores (R$50 mil) e pagamento de dívidas da Prefeitura (R$150 mil). Ainda conforme a denúncia, a aquisição do imóvel não obedeceu à lei, pois não teve autorização legislativa e avaliação, e a quitação dos débitos não foi provada.

Além disso, Antônio Argeu Nunes Vieira promoveu, no dia 22 de abril de 1994, um forró em comemoração à posse no cargo de prefeito, cujas despesas teriam sido contabilizadas posteriormente, em nome do Município, como se tivessem sido destinadas ao Programa de Proteção e Assistência aos Idosos. O ex-gestor também é acusado de outras irregularidades na condução dos negócios públicos.

Ao julgar o processo, a juíza titular da 2ª Vara da Comarca de Boa Viagem, Suyane Macedo de Lucena, condenou o ex-prefeito à pena total de 12 anos e seis meses de prisão, sendo três anos pela utilização indevida de verba pública em proveito próprio, três anos e seis meses por desvio de dinheiro público em favor de terceiro e seis anos por desvio de verba pública em proveito próprio. O regime inicial de cumprimento é o fechado. A juíza não procedeu “à substituição da pena ou sua suspensão diante do montante da pena aplicada” e facultou “ao réu o direito de apelar em liberdade, pois não restam presentes os motivos autorizadores da prisão preventiva, neste momento processual”.

Antônio Argeu Nunes Vieira também foi condenado a ressarcir os cofres públicos e ficou inabilitado para exercer cargo ou função pública pelo prazo de cinco anos. A magistrada considerou que ele “agiu livre, consciente e voluntariamente na utilização e desvio de verbas públicas, violando o dever de moralidade administrativa em flagrante prejuízo da Administração Pública e seus administrados”.

Ainda de acordo com a sentença, a Ordem dos Advogados do Brasil deve ser oficiada para que apure a conduta do advogado de defesa, “que reteve os autos por sete anos para simples apresentação de alegações finais”.

Leia mais:
MPF denuncia ex-prefeito por desviar verba para compra de alimentos para idosos
Fazenda de ex-prefeito envolvido no furto ao Banco Central será leiloada

Fonte: Tribunal de Justiça do Ceará










Eleições 2012, Partidos
Atualizado em: 12/08/2011 - 5:21 pm


Luizianne Lins já confirmou presença

O Partido dos Trabalhadores promove neste sábado (13/08) uma plenária popular com o tema “PT Unido e forte: pra avançar no projeto popular em Fortaleza”. O evento está marcado para às 15h e será realizado no Ginásio Poliesportivo de Parangaba (Av. Osório de Paiva, s/n). A prefeita Luizianne Lins já confirmou presença.

O objetivo da sigla é reunir apoiadores da gestão petista em um ato político.

O site oficial do PT explica que “a Plenária Popular do PT é resultado de uma série de eventos realizados em seis bairrros da cidade, onde foram reunidas cerca de 1500 militantes com a finalidade de propagar e discutir o andamento dos projetos da Prefeitura com o objetivo de municiar a militância para cair em campo em defesa da gestão petista”.

Foram convidados parlamentares, lideranças e militantes do PT. Na ocasião, serão discutidos os projetos em andamento na Prefeitura de Fortaleza que tem à frente a petista Luizianne Lins.

Prefeituráveis
As Executivas PT Ceará e do PT Fortaleza já identificaram 13 nomes da sigla com “potencial eleitoral e administrativo” para administrar a prefeitura da capital na sucessão de Luizianne Lins.

São 13 nomes que seguem em ordem alfabética: Acrísio Sena, Antônio Carlos, Artur Bruno, Camilo Santana, Deodato Ramalho, Elmano de Freitas, Guilherme Sampaio, Íris Tavares, Joaquim Cartaxo, José Pimentel, Luíza Perdigão, Roberto Gomes e Valdemir Catanho.

Com informações do PT Fortaleza










Nacional
Atualizado em: 12/08/2011 - 4:07 pm


Ideli Salvatti

O ministro da da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse nesta sexta-feira (12) que está em elaboração pelo governo o cronograma para a liberação de recursos de emendas parlamentares.

O que chama atenção é que o anúncio deste calendário ocorre exatamente no dia seguinte a derrota imposta ao governo em votação na Câmara com articulação da base aliada.

Leia em: Nos jornais: Em ‘recado’, base aliada não vota decreto presidencial e derrota Dilma

O governo, como era de se esperar, nega a relação entre a liberação das emendas e a manutenção de apoio da base aliada.

“É um processo que já estava previsto. O governo foi fazendo estudos internos e percebeu que agora dá para liberar [as emendas]”, explicou.

A expectativa é que na próxima semana a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, conclua o cronograma de empenho de emendas para esse segundo semestre. A liberação das emendas é uma reivindicação dos parlamentares desde o início do governo da presidente Dilma Rousseff.

Relacionamento
Carvalho disse que há preocupação do governo em primar por um bom relacionamento com o Congresso Nacional e foi determinado que os ministros recebam com frequência os parlamentares.

“A principal preocupação do governo é cultivar a relação com o Congresso, determinando que os ministros recebam os parlamentares, que haja uma relação muito além da troca”.

Com informações da Agência Brasil










Nacional
Atualizado em: 12/08/2011 - 1:26 pm


Manobra da base que impediu a votação de decreto presidencial foi mais um recado para o Planalto. Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara

Irritados com a demora na liberação das emendas de parlamentares e com o tratamento dispensado pela presidente Dilma Rousseff ao Legislativo, os aliados do governo mantiveram na quinta-feira, 11, a paralisação dos trabalhos da Câmara.

Uma ação orquestrada pelo PR, PMDB, PTB, PP e PSC, que criaram um bloco informal com mais de 200 deputados, pôs lenha na fogueira da crise que tomou conta da base e impediu a votação de projeto rotineiro e sem polêmica. Foi mais um recado para o Palácio do Planalto, materializado na quinta-feira em manobra regimental que impediu a votação de um decreto que autorizaria a celebração de um tratado na área criminal do governo brasileiro com a China.

Além de não deixarem votar nada, os aliados voltaram a ameaçar o governo com a aprovação da PEC 300, que cria um piso salarial para os policiais militares, civis e Corpo de Bombeiros, e a chamada emenda 29, que fixa porcentuais mínimos de gastos pela União, estados e municípios para a saúde. Todos esses projetos não são de interesse do Palácio do Planalto, pois aumentariam os gastos públicos.

Vingança
Mas como a votação desses projetos depende de o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), colocá-los na pauta, os aliados preparam sua “vingança” contra o governo em duas frentes. A primeira é a derrubada da prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU), proposta considerada essencial pelo Palácio do Planalto. “Rebelião vai ter mesmo é com a morte da DRU”, afirmou um peemedebista. “Por enquanto, estamos apenas mandando um recado”, continuou. Em outra frente, os aliados estão dispostos a dar um susto no governo Dilma Rousseff com o apoio à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) específica, que trata de investigação exclusiva como, por exemplo, de um banco.

“O clima na base está como no Rio Grande do Sul de manhã cedo, gelado e com serração”, disse o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). “Vai necessitar de ajuste político, de uma sintonia fina para votações como esta”, continuou Maia, referindo-se a DRU. “O pessoal está com preguiça”, ironizou um deputado aliado, diante da paralisação da Câmara.

Obstrução
À exceção do PSOL, todos os partidos aliados e oposição entraram na quinta-feira pela manhã em obstrução, ou seja, não deram quorum no plenário da Câmara.

Com essa estratégia, os parlamentares impediram a votação do projeto de decreto legislativo simples, que previa a aprovação do tratado de extradição entre Brasil e China firmado, em 2004. A obstrução foi iniciada pelo PR que, desde a saída do senador Alfredo Nascimento (AM) da pasta dos Transportes, há um mês, deixou clara sua insatisfação com o Planalto. Rapidamente todos os aliados aderiram à obstrução, o que impediu votações.

Fonte: Estadão.com










Congresso
Atualizado em: 12/08/2011 - 12:00 pm


Líder do DEM, Agripino Maia

A oposição adotará, a partir de agora, a estratégia de expor na internet e em veículos de comunicação os nomes de deputados e senadores que estão obstruindo as investigações, pelo Congresso, de denúncias de corrupção em ministérios e órgãos públicos da administração indireta.

Na quinta-feira (11), após reunião, PSDB, Democratas, PPS e PSOL decidiram iniciar a coleta de assinaturas para instalar uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) em seis ministérios e cinco instituições públicas. Serão divulgados também os nomes de quem colaborar para a instalação da CPMI.

“Vamos coletar assinaturas e exibir ao Brasil, pela internet e em meios de comunicação, quem quer de verdade a faxina na administração [pública] e quem é que quer falar só da boca para fora, por isso a divulgação na internet. E que parlamentares de que partido assinaram”, disse o presidente do DEM, José Agripino Maia (RN). Ele negou que a estratégia seja “um mecanismo de pressão” para que aliados insatisfeitos do governo mas, sim, “um mecanismo de clareza de procedimentos”.

CPI
A oposição aposta na adesão ao requerimento da CPMI da Corrupção, como é chamada pelos partidos, de deputados e senadores insatisfeitos com os episódios que pertencem a partidos apontados pelas denúncias, como o PR, e que não concordam com generalizações de culpa.

“Já conversamos com diversos parlamentares da base do governo, muitos estão incomodados porque não querem ser responsabilizados por erros cometidos pelo governo e muitos estão dispostos a discutir a assinatura da CPMI”, disse o líder do DEM na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). Agora, acrescentou ele, a oposição vai procurar “um a um” desses deputados e senadores para colher as assinaturas necessárias à instalação da CPMI.

Pelo requerimento, seriam investigadas as denúncias de corrupção nos ministérios dos Transportes, Cidades, Agricultura, Reforma Agrária, Trabalho e Turismo. A oposição também quer apurar denúncias no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), na Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. (Valec); no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); além da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Da Agência Brasil










Bastidores
Atualizado em: 12/08/2011 - 10:35 am


Reação: Luizianne chama Arialdo Pinho de "moleque". Foto: reprodução da TV Jangadeiro.

O bate-boca virtual entre a prefeita Luizianne Lins (PT) e Arialdo Pinho, secretário-chefe da Casa Civil do governo Cid Gomes, está dando o que falar. De um lado, um dos principais nomes da gestão cidista dispara críticas contra a petistas. Do outro, a cobrança de respeito à chefe do executivo municipal.

“Fiz contato direto com Cid e o secretário das Cidades Camilo Santana (PT), coloquei minha insatisfação e meu incômodo em estar sendo ofendida pelo secretário da Casa Civil”, disse Luizianne Lins em entrevista ao Jornal O Povo.

No Ataque
As críticas de Arialdo foram divulgadas através da rede social Twitter. Em uma das postagens o secretário diz:

“Obrigados a lerem a peça de ficção em revista semanal, servidores e terceirizados não conseguem acreditar na lavagem cerebral imposta” escreveu o secretário, em 9 de agosto, numa referência a reportagem da revista IstoÉ.

A revista
Sob o título “A vitória da patinha feia”, a reportagem diz que a gestão de Luizianne Lins vive um bom momento, fruto do aumento nos indicadores de desenvolvimento da Capital.

Ainda sobre o assunto, o principal secretário do governo Cid diz que:

“Ainda bem que tem gente que (…) só acredita no que vê e vive” e completa afirmando que está “arrependido” de ter “ajudado e votado” para reeleger a prefeita Luizianne Lins.

A reação
A petista não deixou por menos e, ainda durante entrevista, reagiu.

“Quero que ele diga, que tenha a coragem, que seja homem pra dizer onde é que está sendo pago mídia nacional (para veiculação de matéria elogiosa), ao invés de fazer insinuação como um moleque”, disse demonstrando indignação.

Não é a primeira vez
O atrito entre Luizianne e Arialdo Pinho, a partir do Twitter não é o primeio registrado. Em fevereiro deste ano, o secretário-chefe da Casa Civil do Governo Cid Gomes, Arialdo Pinho, fez duras críticas ao fato de a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, ter transferido para a Cagece a culpa pelos buracos na cidade.

Adotando um tom irônico, Arialdo escreveu: “Lulu Discurso Maravilha, culpa Cagece pelos buracos Fortaleza. Engraçado, pela falta de capacidade de fazer algo, transfere responsabilidade”.

Logo em seguida, o secretário apontou problemas em Fortaleza que a Prefeitura, segundo ele, não tem dado conta do recado: “existem obras da Cagece na cidade com prazo para acabar. Prefeitura: ruas esburacadas, avenidas com asfalto lastimável, obras que nunca acabam”.

Pessoal
No Twitter o secretário faz questão de ressaltar que as manifestações publicadas em seu perfil são pessoais e não representam o pensamento do governo. Será?

“A minha opinião é publica, acho uma gestão desastrosa e midiática. Arrependo em ter ajudado e pior votado”.

Com informações do O Povo










Ceará
Atualizado em: 12/08/2011 - 10:26 am


Chico Passeada

Morreu aos 63 anos, vítima de câncer, o militante e ex-preso político Francisco Monteiro, mais conhecido por “Chico Passeata”. Ele faleceu na madrugada desta sexta-feira (12) no Instituto do Câncer do Ceará (ICC), onde estava internado.

O corpo do militante está sendo velado na manhã desta sexta-feira em uma funerária na Rua Padre Valdevino, no bairro Aldeota. A missa de corpo presente será às 16 horas na própria funerária. O enterro ocorre às 17 horas no Cemitério Parque da Paz.

Chico Passeata era médico sanitarista e poeta. Atuou como militante do Partido Comunista do Brasil (PcdoB) contra a Ditadura Militar, chegando inclusive a ser preso.