Em Brasília
Atualizado em: 03/08/2011 - 5:19 pm


Senado, Álvaro Dias (PR),

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), admitiu na tarde desta quarta-feira (3) que não conseguirá reunir as 27 assinaturas necessárias para instalar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a investigar as denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes.

Após conversar com a secretária-geral da Mesa Diretora, Cláudia Lyra, o senador confirmou que o requerimento da CPI será arquivado no início da sessão por não contar com o apoio de, pelo menos, 27 senadores, como prevê o Regimento Interno da Casa.

Com isso, Álvaro Dias terá que começar do zero a coleta de assinaturas para tentar abrir a CPI. “Nós teremos que buscar novas assinaturas em um novo requerimento, mas não há dificuldade nisso. Quem deseja manter sua assinatura vai colocar novamente, só que em um papel novo”, disse o líder tucano.

“Decisão reavaliada”
No início da tarde, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), que tinha retirado a assinatura dele do requerimento, reavaliou a decisão e foi à Secretaria-Geral do Senado, junto com o líder do partido, para assinar novamente o documento. Oliveira disse que rompeu um acordo firmado com o titular do mandato que ocupa, João Ribeiro (PR-TO), para “seguir a consciência”. Ele negou, entretanto, que tenha sido pressionado por Ribeiro e pelo PR do Tocantins para retirar a assinatura.

A atitude do senador suplente em nada mudou o cenário da manhã. Quase ao mesmo tempo em que Ataídes reassinava o pedido de CPI, o senador Reditario Cassol (PP-RO) solicitava à Mesa Diretora a retirada da assinatura dele. Com isso, a oposição permanece com 25 apoios para a abertura da CPI dos Transportes.

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Com informações da Agência Brasil










Nacional
Atualizado em: 03/08/2011 - 4:46 pm


O novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi sabatinado no Senado (Foto: José Cruz/Agência Senado)

Por 21 votos a 1, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovounesta quarta-feira (3) a recondução de Roberto Gurgel ao cargo de procurador-geral da República. A indicação da presidente Dilma Rousseff precisa, agora, ser votada pelo plenário da Casa.

Em pouco mais de duas horas de sabatina, Gurgel foi muito elogiado por sua gestão no Ministério Público Federal, mas teve também que responder a perguntas de senadores da oposição sobre os motivos que o levaram a arquivar a representação contra o chefe da Casa Civil Antonio Palocci e sobre o pedido de condenação dos réus do chamado mensalão.

Palocci
Sobre o caso Palocci, que deixou o governo após o surgimento de denúncias de que seu patrimônio cresceu mais de 20 vezes em quatro anos, período em que era deputado federal, Gurgel disse que não viu indícios para levar à frente uma ação penal sem que fosse pedida a quebra de sigilos. Segundo ele, Palocci apresentou documentos comprovando que foram recebidos de forma legal os “vultosos” valores pagos a sua empresa de consultoria, a Projeto.

Mensalão
Quanto ao pedido de condenação dos réus do mensalão, Gurgel ressaltou que o país precisa combater a corrupção, que ele considera um dos mais graves problemas do país. “Não há como conceber a atividade política sem a observância dos princípios éticos. Poucos males serão tão terríveis para a República como a corrupção.”

Após ter o nome aprovado pelo plenário do Senado, Gurgel será reconduzido à Procuradoria-Geral da República com mandato de dois anos.

Perfil
Nascido em Fortaleza, Gurgel é casado e tem dois filhos. Ele foi aprovado no quinto concurso público para o cargo de procurador da República e ingressou na carreira em julho de 1982. Foi vice-procurador-geral da República de julho de 2004 a junho de 2009, vice-procurador-geral Eleitoral de julho de 2002 a julho de 2004, e subprocurador-geral da República, promovido por merecimento, desde março de 1994, entre outros cargos dentro da carreira.

Da Agência Brasil










Greve
Atualizado em: 03/08/2011 - 1:29 pm


Negociações não avançam e professores entram em greve nesta sexta-feira

A Coluna tem recebido vários comentários e e-mails de educadores do Estado pedindo a divulgação dos motivos elencados pela categoria para explicar a greve dos professores da Educação Básica no ensino público do Ceará.

Destaco abaixo alguns trechos da nota oficial do sindicato APEOC, que representa a categoria. 

No documento o sindicato afirma:

“- Que a Lei 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabeleceu o Piso Salarial Nacional dos Professores determina o vencimento inicial para todos os professores do Brasil;

– Que os governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e do Ceará questionaram junto ao STF a constitucionalidade da Lei, sendo o Cid Ferreira o único governador do Norte, Nordeste e Sudeste que assinou a referida ADIN;

– Que o Supremo Tribunal Federal em julgamento, neste ano, julgou a Lei TOTALMENTE CONSTITUCIONAL;

. Que o Senhor Governador apresentou na última 5ª feira, dia 28-07-2011, seu posicionamento de enviar à Assembléia Legislativa proposta de implantação do piso salarial que retira direitos dos professores garantidos desde 1993, acarretando, desta forma, o fim das negociações com a categoria”.

Para ler o documento na íntegra, clique aqui.










Corrupção
Atualizado em: 03/08/2011 - 12:30 pm


João Durval Carneiro (PDT-BA)

O senador Álvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado e autor do requerimento de instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes, terá que correr contra o tempo se não quiser ver arquivado o pedido.

Nesta terça-feira (2), quando foi alcançado o número mínimo de 27 assinaturas para instalar a CPI, o Álvaro Dias fez a comunicação em plenário, o que deu início à tramitação da matéria, uma vez que foi encaminhada pelo presidente da sessão, Wilson Santiago (PMDB-PB), à Secretaria-Geral da Mesa Diretora para analisar se o requerimento preenche os requisitos constitucionais e regimentais.

Ataídes de Oliveira (PSDB-TO)

Assinaturas retiradas
Com a pressão imposta pela base governista e pelos ministros, segundo Álvaro Dias, os senadores João Durval Carneiro (PDT-BA) e Ataídes de Oliveira (PSDB-TO) retiraram as assinaturas. Com isso, a partir da abertura da sessão plenária de hoje, qualquer líder da base poderá pedir ao presidente da Mesa que comunique a improcedência e o arquivamento da matéria. A secretária-geral da Mesa Diretora, Claudia Lyra, disse que irá comunicar nesta quarta-feira (3)  ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a falta de respaldo regimental e constitucional para a instalação dos trabalhos da comissão, o que embasará o presidente da sessão a arquivar a matéria.

“Correndo atrás”
Enquanto esses procedimentos burocráticos não forem formalizados, as 25 assinaturas ainda continuam valendo. Arquivado o pedido, o líder tucano terá que começar novamente a coleta de assinaturas se quiser instalar a CPI. Ou seja, se não quiser correr riscos, Álvaro Dias terá que conseguir pelo menos dois apoios até as 14 horas, e comunicar ao presidente da sessão. Assim, na busca por assinaturas, ele pretende se concentrar em conseguir o apoio do grupo independente de senadores do PMDB. No total de oito parlamentares, três peemedebistas já assinaram a lista: Pedro Simon (RS), Jarbas Vasconcelos (PE) e Roberto Requião (PR). Porém, Álvaro Dias reconhece a dificuldade de obter as duas assinaturas que faltam.

“A forma com que o governo atuou ontem para retirada das assinaturas desmente a tese de que o instrumento da CPI virou balela. Mostra também que essa história da presidente Dilma [Rousseff] dizer que vai fazer uma faxina no governo não procede. O que ela faz é blindar os protagonistas da corrupção nos Transportes que estão fora da esfera do PR”, afirmou o líder do PSDB.

Ele qualificou como “desrespeito e degradante” a atuação do governo para que senadores da base retirassem assinaturas do requerimento.

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Com informações da Agência Brasil










Em Brasília
Atualizado em: 03/08/2011 - 9:35 am


Ministro da Agricultura, Wagner Rossi

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi vai depor nesta quarta-feira (3), na Comissão de Agricultura da Câmara sobre as denúncias veiculadas pela à revista Veja no último final de semana, de suposto uso partidário do PMDB e do PTB em sua pasta.

A informação é do líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP). Ele disse que o ministro vai apresentar seus argumentos que, no entendimento do líder petista, têm sido consistentes e convincentes até agora.

A revista Veja traz uma entrevista com o ex-diretor financeiro da Conab, Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Na matéria, Jucazinho, como é conhecido, afirma que há um consórcio entre o PMDB e o PTB para controlar a estrutura do ministério e arrecadar dinheiro. Ele foi exonerado na semana passada. À presidente Dilma Rousseff, o senador pediu desculpas pelas denúncias do irmão.

“Só tem bandido”
Nas mais de seis horas de entrevista, Oscar Jucá Neto não poupa seus antigos companheiros de ministério. Diz que o ministro Wagner Rossi lhe ofereceu dinheiro quando sua situação ficou insustentável. “Era para eu ficar quieto”, afirma. “Ali só tem bandido.”

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Estratégia
A estratégia dos governistas de levar Rossi ao Congresso visa reduzir os danos provocados pelas acusações feitas por Oscar Jucá Neto. A expectativa é que o ministro tenha um desempenho capaz de encerrar o assunto. A intenção é evitar o que aconteceu no caso de Antonio Palocci, que evitou dar explicações sobre as denúncias publicadas contra ele e acabou ficando com sua situação insustentável na Casa Civil.

O depoimento foi marcado sem que sequer tenha sido votado um requerimento solicitando a presença de Rossi. O pedido para o depoimento será votado só na quarta-feira e a audiência acontecerá em seguida.

No Senado
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse nesta terça-feira (2) que a base do governo concorda que os ministros dos Transportes, Paulo Sérgio Passos; da Agricultura, Wagner Rossi; do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, e das Cidades, Mario Negromonte, prestem esclarecimentos aos senadores na semana que vem, desde que sejam convidados e não convocados.

Alvo de requerimento de convocação, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, é o único que não deve ir ao Senado, de acordo com o líder do governo. Para Jucá, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) não está subordinada diretamente a Lobão. Segundo a revista Época, diretores da ANP cobraram propina para acelerar e facilitar o andamento de processos.

Com informações da Folha.com e da Agência Brasil










Ceará
Atualizado em: 03/08/2011 - 12:10 am


Da Redação do Jangadeiro Online

O governador Cid Gomes (PSB) foi surpreendido, na noite desta terça-feira (2), com uma manifestação de moradores da comunidade Aldacir Barbosa, no Bairro de Fátima, em Fortaleza.

Cid e o irmão, Ivo Gomes, estavam visitando as casas dos moradores, tentando convencê-los a aceitarem a desapropriação dos imóveis, para dar lugar às obras da Copa do Mundo de 2014.

“Fora governador”
Os moradores, que não querem sair do local, protestaram com cartazes e gritaram palavras de ordem como “Cid terrorista”, “Fora governador” e “mentiroso”. O vereador João Alfredo e membros do partido PSol participaram do protesto, ao lado dos manifestantes.

Moradores agredidos
De acordo com testemunhas, duas mulheres foram agredidas por seguranças do governador, tendo as roupas rasgadas e os braços machucados. Em entrevista a TV Jangadeiro, Cid afirmou que não estava lá “para pressionar a população”.

Obras do PAC
A comunidade Aldacir Barbosa é um dos locais por onde vai passar o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a Copa do Mundo FIFA de 2014.

Veja a reportagem exibida no Giro das Ruas:

Debate da Defensoria
A Defensoria Pública da União promove, nesta quarta-feira (3), duas reuniões sobre as desapropriações e o licenciamento ambiental para as obras de construção do Veículo Leve sobre os Trilhos (VLT) em Fortaleza.

Os encontros já estavam marcados antes do episódio em que o governador Cid Gomes (PSB) foi surpreendido com protesto dos moradores na noite desta terça-feira (2).

Agir o mais rápido
Após a visita de Cid à comunidade Aldacir Barbosa, no bairro de Fátima – em que o governador acabando surpreendido com a manifestação contra ele – a Defensoria acredita que é necessário agir o mais rápido possível, para buscar, por meio do diálogo, alternativas viáveis para garantir o Direito à Moradia dessas famílias.

Com informações do repórter Nilson Bezerra e da Defensoria Pública










Corrupção, Nacional
Atualizado em: 02/08/2011 - 8:30 pm


Renan Calheiros (PMDB/AL) foi um dos colegas que manifestou apoio ao ex-ministro dos Transportes. Foto: José Cruz/Agência Brasil

O líder do PT, senador Humberto Costa (PE), o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), e o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR) manifestaram em apartes apoio ao senador Alfredo Nascimento (PR-AM), que se defendeu em Plenário de denúncias relacionadas ao Ministério dos Transportes.

Nascimento foi convidado a pedir demissão no início de julho.

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Humberto Costa lembrou também ter sido acusado de cometer irregularidades, ao tempo em que foi ministro da Saúde, no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, sendo posteriormente inocentado pela Justiça. Humberto Costa criticou a oposição, por ter pedido em Plenário o afastamento de Nascimento do Ministério dos Transportes, em meio às denúncias publicadas pela imprensa, e agora dizer que fará uma “investigação republicana”.

Renan Calheiros saudou Alfredo Nascimento pelo pronunciamento. Para ele, o colega ofereceu aos pares a oportunidade de ouvir o contraditório. E Romero Jucá elogiou a conduta de Alfredo Nascimento.

Lixo
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), por sua vez, respondeu a Humberto Costa que as denúncias sobre o Ministério dos Transportes não partiram da oposição.

“O ‘denuncismo’ não veio de nós. Quem tratou o PR como se fosse lixo, nas palavras do senador Alfredo Nascimento, foi a Presidência da República”, disse o parlamentar, para quem o próprio governo vazou as denúncias contra Nascimento e o PR.

Com informações da Agência Senado.










Nacional
Atualizado em: 02/08/2011 - 8:05 pm


Alfredo Nascimento na tribuna do Senado. Foto:José CruzABr

Em um discurso de quase 45 minutos, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) usou a tribuna nesta terça-feira (2) para se defender das acusações de irregularidades no Ministério dos Transportes, pasta que assumiu ainda no governo do presidente Lula, e da qual foi convidado a pedir demissão no último dia 6 de julho.

O senador afirmou que as denúncias contra ele são infundadas e não poderiam ser provadas. E avisou que, tão logo pediu demissão do cargo, protocolou na Procuradoria Geral da República um pedido de investigação de todas as acusações divulgadas pela imprensa desde o final de junho. O parlamentar também autorizou a quebra de seus sigilos bancário e fiscal para “apuração da verdade dos fatos”.

Dilma não cumpriu
Alfredo Nascimento afirmou ainda que renunciou ao cargo de ministro “no momento em que não recebeu do governo o apoio que havia sido prometido pela presidente Dilma”

Depois de explicar que manteve silencio nas últimas semanas para se defender apenas no Senado, por considerar a tribuna “o foro mais adequado para os esclarecimentos”, Alfredo Nascimento negou as acusações contra ele e contra seu filho Gustavo, assegurando que são “mentiras infundadas” e que vieram de um desafeto político do Amazonas. O senador avisou ainda que vai provar, na Justiça, sua inocência.

Eu não sou lixo, meu partido não é lixo. Somos homens honrados e tomarei as medidas cabíveis na Justiça para reverter danos impostos a mim e a meu filho”, disse o senador

“Meu Filho não é ladrão”
Denúncias publicadas na imprensa apontavam que, dois anos após ser criada com um capital social de R$ 60 mil, a Forma Construções, empresa de Gustavo e outros dois sócios, amealhou um patrimônio de mais de R$ 50 milhões, num crescimento de 86.500%.

Segundo Nascimento, é verdade que o ativo da empresa de seu filho era de quase R$ 53 milhões, mas o passivo também tinha valor semelhante – pouco mais de R$ 50 milhões.

“O que os meus detratores se esqueceram de informar, induzindo o jornal ao erro, é que a Forma também registrou passivo de R$ 52 milhões. E todo mundo sabe que o patrimônio líquido de uma empresa é formado pela diferença entre ativos e passivos. Em outubro de 2009, Gustavo vendeu sua parte. E o patrimônio líquido da Forma era inferior a R$ 2 milhões, que foram divididos entre os três sócios. Meu filho não é ladrão. Eu vou provar e vou buscar a correção desta injustiça que cometeram com ele”, afirmou o senador.

Com informações da Agência Senado










Ceará, Corrupção, Vídeos
Atualizado em: 02/08/2011 - 8:03 pm


Os deputados estaduais voltaram aos trabalhos nesta terça-feira (2) , depois do recesso do meio do ano, com uma polêmica na pauta das discussões: a oposição quer que seja aberta uma CPI para investigar o escândalo dos kits sanitários que deveriam ser construídos no interior do estado.

O Minstério Público também ouviu depoimentos sobre o caso.

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Acompanhe a reportagem do Jornal Jangadeiro:










Corrupção, Nacional
Atualizado em: 02/08/2011 - 7:50 pm


Álvaro Dias já encaminhou o pedido de abertura de CPI para Mesa Diretora do Senado. Foto: Agência Senado

O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), encaminhou à Mesa do Senado requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades no Ministério dos Transportes.

A oposição conseguiu obter as 27 assinaturas necessárias para a criação da CPI. A última assinatura foi a do senador Reditario Cassol (PP-RO), suplente de Ivo Cassol, que está licenciado.

Base
O detalhe é que onze senadores da base aliada da presidente Dilma Rousseff assinaram o pedido de CPI contra o governo.

Denúncia
Ao final de junho, a Revista Veja divulgou denúncias de superfaturamento de obras e de existência de um esquema de recebimento de propina, paga por empreiteiras, a funcionários do Ministério dos Transportes. As denúncias indicavam também que o dinheiro irregular supostamente beneficiaria o PR, partido responsável pelo comando dos Transportes e do qual o senador Alfredo Nascimento (AM) é presidente nacional.

Queda
As denúncias acabaram por provocar a demissão de Nascimento do cargo de ministro e de mais 27 pessoas no Ministério dos Transportes e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) nas últimas semanas. Com a saída de Nascimento, o comando do Ministério dos Transportes passou para Paulo Sérgio Passos, que era secretário-executivo de Nascimento. Passos também é do PR, mas é apontado pela imprensa como uma escolha pessoal da presidente Dilma Rousseff.

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Congresso
Atualizado em: 02/08/2011 - 7:13 pm


Presidente Dilma Rousseff. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

Após o lançamento do Plano Brasil Maior, nesta terça-feira (2), no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff disse que não será tolerante com atos de corrupção.

Em discurso, ela afirmou que o governo pretende combater “sistematicamente” os casos de corrupção. Desde o início, o governo Dilma Rousseff vem enfrentando  sucessivas denúncias de corrupção, principalmente no Ministério dos Transportes e, esta semana, no Ministério da Agricultura.

Dilma, no entanto, disse que esse combate não será feito somente em reação às reportagens que tornaram públicas as suspeitas de irregularidade.

“O governo não irá abraçar nenhum caso de corrupção, mas também não irá se pautar por medidas midiáticas no combate à corrupção. Nós combateremos efetivamente”, prometeu a presidente.

Com informações da Agência Brasil










Câmara Municipal
Atualizado em: 02/08/2011 - 6:47 pm


Após um minuto de silêncio, o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Acrísio Sena (PT), ocupou a tribuna na manhã desta terça-feira (2) para agradecer ao apoio de vereadores e da população, destinado a sua família, pelo falecimento de seu filho, Dimitri Sena, no último sábado (30).

“Queria aproveitar para trazer a gratidão, o meu muito obrigado à solidariedade de todos os colegas vereadores, assessores e funcionários, em um momento de muita dificuldade que passamos de perder um ente querido”, disse o parlamentar.

E completou: “A todos que estiveram presentes, mandaram mensagens e oraram, isso tudo ajuda neste momento. Queria, de coração, dizer que a força que vocês me deram foi muito importante”, disse o parlamentar”.

O filho de Acrísio, Dimitri Sena, faleceu após colisão entre uma motocicleta e uma Kombi, no cruzamento da Avenida Domingos Olímpio com a Rua Assunção, no Centro de Fortaleza.

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Retomada das atividades
O presidente aproveitou o momento para afirmar que retomará suas atividades aos poucos. Na ocasião, Acrísio assegurou que a solidariedade de todos está sendo muito importante para que saia fortalecido.

“A vida não para, o tempo não para e a importância que tem da gente também voltar a viver normalmente, mesmo com o coração partido, com o pesar e a dor. Estou voltando aos trabalhos devagar, de cabeça erguida e tranquilo. É muito difícil, mas faz parte da vida. Espero voltar ao nosso trâmite normal e quero, aos poucos, voltar ao meu estilo de vida”, afirmou Acrísio.

O acidente
Dimitri Sena conduzia a motocicleta e usava capacete, mas, devido ao forte impacto, teve morte instantânea. Uma agente da Central da AMC disse que o veículo menor bateu na traseira da Kombi. O condutor do carro compareceu ao 34º Distrito Policial (Centro) ainda na tarde do sábado (30). O teste do bafômetro deu negativo. Ele prestou depoimento e foi liberado após a conclusão.

Com informações da Câmara Municipal de Fortaleza










Greve
Atualizado em: 02/08/2011 - 5:29 pm


Durante reunião com deputados, professores garantiram novo encontro com governo. Foto: Kézya Diniz

Os professores da rede pública estadual de ensino realizaram uma mobilização na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (02). Com faixas e palavras de ordem, os educadores reafirmaram críticas ao governador Cid Gomes, reivindicaram a implantação do Piso Nacional do Magistério e pediram o apoio dos parlamentares nas negociações com o governo.

Negociações
Os professores rejeitam a proposta de aumento salarial apresentada pelo Estado e decidiram decretar greve por tempo indeterminado a partir da próxima sexta-feira (05/08).

Pela proposta do Governo do Estado, seria elevada de R$ 1.461,50 para R$ 2 mil a remuneração do professor em início de carreira com nível superior, o que significaria aumento de cerca de 40%. Mas, o Sindicato Apeoc afirma que a medida só beneficiaria em torno de três mil professores – ou 20% da categoria.

Segundo o presidente da entidade, Anízio Melo, a categoria quer a implementação do piso salarial – segundo ele, calculado em R$ 1.597,00 – e mais o pagamento da progressão funcional descrita no plano de cargos e carreiras, que prevê percentuais de aumento na remuneração a cada novo título acadêmico do professor.

Comissão
Uma comissão formada por representantes da categoria foi recebida pelo presidente da Assembleia, deputado Roberto Cláudio. Também participaram da reunião os deputados Lula Morais (PCdoB); o líder do Governo, deputado Antonio Carlos (PT); e Eliane Novais (PSB).

Nova reunião
Na ocasião, Roberto Claudio ligou para o secretário da Fazenda, Mauro Filho, agendando uma nova reunião com a categoria para a quarta-feira (3), às 15 horas, na Secretaria de Educação do Estado. A titular do órgão, Isolda Cela, também participará do encontro.

O presidente da AL disse, ainda, que a Casa está à disposição dos professores para qualquer intermediação junto ao Governo.

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Com informações da Agência de Notícias da AL










Vídeos
Atualizado em: 02/08/2011 - 4:19 pm


Boa notícia para mais de um milhão de usuários do transporte coletivo de Fortaleza. Os sindicatos dos motoristas de ônibus e o dos empresários do setor entraram em acordo, em reunião realizada nesta terça-feira (02) na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

Eles definiram o reajuste salarial da categoria, mas a proposta ainda precisa passar pela aprovação da assembleia dos trabalhadores.

Leia ainda: Sem paralisação: Motoristas se reúnem com Sindiônibus para nova negociação

Acompanhe a reportagem do Jornal Jangadeiro










Polêmica
Atualizado em: 02/08/2011 - 1:15 pm


O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (2) os decretos de exoneração, a pedido, de três diretores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) – José Henrique Coelho Sadok de Sá, do cargo de diretor executivo; Geraldo Lourenço de Souza Neto, do cargo de diretor de Infraestrutura Ferroviária; e Herbert Drummond, do cargo de diretor de Infraestrutura Aquaviária.

Por meio de portaria, foram exonerados também mais três ocupantes de cargos comissionados no Dnit: Nadja Tereza Monteiro de Oliveira, do cargo de coordenadora-geral de Cadastro e Licitações da Diretoria Executiva; Jeanine Santana Ferrari, do cargo de coordenador de Licitações de Obras e Serviços de Engenharia da Coordenação-Geral de Cadastro e Licitações da Diretoria Executiva; e Nei Japur, do cargo de coordenador de Administração Patrimonial, da coordenação-geral da Diretoria de Administração e Finanças.

Com essas exonerações, resta apenas um dos sete diretores do Dnit, desde as denúncias de superfaturamento em obras no setor dos Transportes. Em decreto publicado ontem (1º) em edição extra do Diário Oficial da União, o governo concedeu mais poderes ao Conselho de Administração do Dnit que, a partir de agora, passará a designar os servidores do órgão para substituir os ocupantes, em caso de vacância simultânea dos cargos de diretoria, até que seja nomeado o efetivo.

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Crise nos Transportes derruba Coordenador de Operações Rodoviárias do Dnit

Com informações da Agência Brasil