Opinião
Atualizado em: 15/02/2012 - 6:25 pm

Luizianne Lins e Ivo Gomes durante a campanha eleitoral em 2008

A polêmica entre deputados na Assembleia Legislativa sobre a possível devolução de recursos do governo Federal que seriam aplicados na implantação da refinaria de petróleo e na construção de moradias populares do “Minha Casa Minha Vida” pode ter outras motivações. (Leia o post: Polêmica na Assembleia: governo do estado devolve dinheiro à União )

A informação que inicialmente partiu do senador José Pimentel (PT), sem nenhum detalhamento sobre números e dados precisos, virou prato cheio para a oposição na Assembleia Legislativa.

Mas um olhar mais atento levanta o questionamento: O que motivou Pimentel, político experiente, a disparar este tipo de suspeita em relação a eficiência do governo Cid Gomes?

Seria uma resposta as declarações de Ivo Gomes, chefe de gabinete do governador Cid Gomes, de que o Estado poderia deixar de investir R$ 300 milhões na capital cearense por falhas na gestão de Luizianne Lins?

Por enquanto fica a dúvida. O que já é certo são obras paradas, algumas atrasadas e outras que ainda nem saíram do papel.

É como diz o ditado popular: Em casa que não tem pão, todos gritam e ninguém tem razão. Cabe o trocadilho: Em estado sem Refinaria, falta investimento enquanto sobra promessa e gritaria.



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