Presidência
Atualizado em: 30/05/2013 - 6:41 am

Jorge Hereda, presidente da CEF, instituição responsável pelos pagamentos, disse que informações circularam com “imprecisão”. Onze dias depois dos saques, instituição reconhece problema. Foto: Agência Brasil

Jorge Hereda, presidente da CEF, instituição responsável pelos pagamentos, disse que informações circularam com “imprecisão”. Onze dias depois dos saques, instituição reconhece problema. Foto: Agência Brasil

Em meio às críticas sobre a atuação da Caixa Econômica Federal no caso do boato sobre o fim do Bolsa Família, o Palácio do Planalto saiu em defesa do presidente da instituição, Jorge Hereda. Em nota, divulgada na quarta-feira (29), a Presidência da República negou que Hereda vá ser demitido.

Boato
Segundo o Planalto, não são verdadeiras as especulações sobre a saída do dirigente devido à corrida de beneficiários do Bolsa Família às agências da Caixa há cerca de dez dias por conta de falsa notícia de mudanças no pagamento do benefício.

“São falsas as especulações de mudanças na direção da Caixa Econômica Federal. A diretoria é formada por técnicos íntegros e comprometidos com as diretrizes da CEF, com seus clientes e com os beneficiários de programas tão importantes para o Brasil como Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida”, diz a nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

Entenda a polêmica
Boatos sobre o fim do principal programa social do governo começaram a circular no sábado dia 18 e provocaram congestionamento nas agências da Caixa em 13 estados. Só naquele fim de semana foram feitos cerca de 900 mil saques, num total de R$ 152 milhões.

Na ocasião, Jorge Hereda, presidente da CEF, instituição responsável pelos pagamentos, disse que informações circularam com “imprecisão”. Onze dias depois dos saques, a Caixa reconheceu a falha.

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Dilma
Durante viagem à Etiópia no último sábado, a presidente Dilma Rousseff admitiu que o programa pode ter falhas e disse que o governo vai investigar o que aconteceu. Dilma afirmou que, a partir de agora, a possibilidade de novas corridas às agências será cogitada e prevenida.

Com informações de O Globo



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