Câmara Municipal, Greve
Atualizado em: 08/06/2011 - 12:09 pm

Foto: Kézya Diniz

Os professores da rede municipal de ensino de Fortaleza se reuniram na manhã desta quarta-feira (8) em assembleia geral, em frente a Câmara dos Vereadores de Fortaleza. No encontro, a categoria decidiu manter a greve por tempo indeterminado.

Força
De acordo com dirigentes do Sindiute, a emenda substitutiva aprovada nesta terça-feira (7) deu mais força para a luta pela implantação do Piso Nacional dos Professores.

Redução
Ainda segundo os sindicalistas, a readequação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) proposta na emenda vai, na prática, fazer com que alguns professores graduados sofram redução salarial de até 3%.

A reunião aconteceu um dia depois da confusão entre professores e guardas municipais, em frente a sede do Legislativo Municipal. Os professores tentaram impedir a sessão que aprovou a emenda.

Mobilização
A categoria promete várias mobilizações durante essa semana. Na próxima segunda-feria (13), os professores vão participar de uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça do Ceará.

Acompanhe a matéria exibida no Jornal Jangadeiro



8 comentários







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NEIDYANA | quarta-feira junho 8 2011 | 12:34

DEPOIS DA PISA SÓ NOS RESTA MANTERMOS A GREVE PELO PISO, JÁ QUE NÃO EXISTE LEI EM FORTALEZA. TEMOS UMA PREFEITA OU UMA DITADORA?

Wandes | quarta-feira junho 8 2011 | 13:14

Guarda Municipal = vereadores = prefeita = fora da lei
Marginal para todo lado.
A cidade está entregue a uma gangue.

sueili | quarta-feira junho 8 2011 | 14:34

É isso aí… e agora mais fortalecidos do que nunca. Prefeita: Pague o Piso ou pague o Preço.A culpa é sua.

Percival | quarta-feira junho 8 2011 | 15:03

A truculência praticada pela Prefeita e seus asseclas, estão a serviço do Estado Burguês. Hoje a “Democracia Socialista” corrente da maioria do governo municipal de Fortaleza, gerenciam o capitalismo, melhor que a burguesia. Acrísio, esqueceu a “loca” (Kitinete-M. S. Sebastião) onde morou na pobreza e o alto do bode, em Antonio Bezerra onde nasceu. Isso tudo em nome do chamado: “Estado Democrático da Direita” que o Sr. Acrísio disse combater um dia. Apesar de vc, Acrísio, amanhã há de ser um novo dia. Com a não eleição do Ver Acrísio em 2012, essa canalha que hoje junta-se a ele, amanhã não permitirá que o mesmo adentre a Câmara Municipal. Quanto ao Sr. Arimá dispenso comentários, esse passou de mala e bagagens para direita, a busca das migalhas que sobrarem da mesa burguesia.

geovania | quarta-feira junho 8 2011 | 15:41

Boa tarde !
É triste mais a corrupçãp do genero humna caminha a passos largos para uma podridão moral e ética. Nunca pensei que seria tão dificil fazer um prefeito cumprir a Lei. Nós professores só queremos o cumprimento da lei do piso salarial por parte da gestão de Fortaleza, mas parece que cumprir lei ficou somente para os pobres e marginalizados, pois os donos do poder até querem modificar as determinações da Suprema Corte (STF) e as leis federais de acordo com os seus interesses. Sociedade chegou a hora de exigirmos da prefeita a abertura das contas do FUNDEB é diereito nosso , pois nos últimos quatro anos Fortaleza recebeu mais de 1 bilhão de reais em recursos e onde está o dinheiro. Não me diga que o GATO COMEU!!!!!!!!!

venuzia | quarta-feira junho 8 2011 | 17:16

É uma pena que chegamos a esse ponto, porque a prefeita junto com a secretária de educação não senta com os prof e procura uma saída para esse impasse? agradecemos a sua colaboração em divulgar os fatos de uma maneira fiel e verdadeira.

DIANA | quinta-feira junho 9 2011 | 14:54

A NOSSA PREFEITA ESTÁ TÃO SENSIBILIZADA COM AS CRIANÇAS SEM AULAS, QUE SÓ MOSTRA APELO NA TELEVISÃO,PARA QUE AS FAMÍLIAS ACREDITEM QUE ELA ESTÁ QUERENDO NEGOCIAR. NA HORA DE MOSTRAR PROPOSTAS: NADA A DECLARAR….

Kamila Vasconcelos | quinta-feira junho 9 2011 | 16:47

“Pague o piso ou pague o preço”. Sentem o tom de ameaça? E invadir a Câmara, fechar terminal, impedir acesso ao plenário, fechas ruas e avenidas? Viram onde começa a truculência? Professores de Fortaleza, vocês perderam a razão.