Lava Jato
Atualizado em: 21/03/2017 - 6:34 pm

Deputado cassado está preso em Curitiba desde outubro de 2016; ministros entenderam que ele deve permanecer detido até que dinheiro supostamente recebido seja rastreado. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta terça-feira (21) habeas corpus ao ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso desde outubro do ano passado em Curitiba.

O pedido de liberdade foi feito pela defesa de Cunha no processo da Operação Lava Jato em que ele é réu acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

“Suspeito”
Na ação, ele é suspeito de ter recebido pelo menos US$ 1,5 milhão em contas na Suíça para que facilitasse a compra de um campo de petróleo pela Petrobras, em Benin, na África.

Riscos
Os ministros do STJ consideraram que os indícios de crime imputados a Cunha justificam que o peemedebista permaneça preso. O relator do processo, ministro Felix Fischer, opinou pela manutenção da prisão e argumentou que, enquanto o dinheiro supostamente desviado não for completamente rastreado, há risco de que os recursos sejam “dissipados”, o que inviabilizaria a recuperação do dinheiro. O voto de Fischer foi seguido por todos os outros quatro ministros da Quinta Turma.

Com informações do G1



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