Greve, Vídeos
Atualizado em: 08/08/2011 - 10:37 pm

Em entrevista, nesta segunda-feira (8), à imprensa, o governador Cid Gomes falou sobre a greve dos professores e a polêmica do reajuste salarial da categoria. Ele disse que, por enquanto, não vai enviar para votação na Assembleia Legislativa a proposta que, segundo o governo, implementaria o piso nacional dos docentes.

Assista à reportagem exibida no Jornal Jangadeiro:



2 comentários







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Manoel Messias | terça-feira agosto 9 2011 | 12:32

Essa mensagem, ou melhor, o projeto de readequação do PCCR do magistério acaba com a carreira de professor no estado do Ceará. Aos professores só restam recorrer ao STF, pois a matéria chegando na Assembléia Legislativa passa, pois lá tudo é aprovado. A AL do Ceará está engessada, não existe oposição.

Eduardo | terça-feira agosto 9 2011 | 13:18

É incrível o comportamento do Governador Cid Gomes! Entrou no STF solicitando a inconstitucionalidade da Lei do Piso. Os professores aguardaram 2009, 2010 e início de 2011. O STF julgou improcedente a ação. Isso significa que a Lei deve ser cumprida! Meses de reuniões sem nenhuma proposta do governo! Em alguns momentos tivemos reuniões desmarcadas. Quando, finalmente, em julho de 2011, o Governador apresentou sua proposta veio o choque: o projeto destrói a carreira. E mais: foi avisado – e isso está no site do Governo estadual – que o projeto seria encaminhado para a Assembleia Legislativa! ISSO É UMA QUEBRA DA NEGOCIAÇÃO. Agora o Governo tenta dizer que os professores é que não querem negociar. E ais: utiliza de uma falácia. O Governador, na entrevista, parte do princípio de que só existe uma forma de implementa a lei do piso, que seria através do seu projeto. Isso é uma farsa. Uma farsa das piores. Já existe um plano de carreiras para o magistério estadual. A primeira ação deveria ser aplicar o valor do piso no nível inicial, repercutindo e toda a carreira, respeitando os níveis atual,mente existentes. Na sequência discutiríamos possíveis mudanças no PCCs. Em suma: o governo usa de falsos argumentos. Tenta quebrar a legitimidade da greve dos professores. E o pior: afronta a inteligência dos educadores e da sociedade com falácias sem sustentação!