Fortaleza

Acrísio destaca campanha “O espaço é público, meu corpo não”

Acrísio Sena integra a bancada do PT na CMFor – Foto: Érika Fonseca.

O vereador Acrísio Sena (PT) chamou atenção, nesta terça-feira (28), no plenário da Câmara de Fortaleza, para o lançamento oficial da campanha “O espaço é público, meu corpo não” no Tribunal de Justiça do Ceará, com o objetivo de combater o assédio sexual nos ônibus de Fortaleza.

De acordo com o parlamentar, a campanha estará fixada em todos os 2.500 ônibus do Sindiônibus.

Acrísio lembrou que há mais de 40 dias falou na tribuna que a CMFor deveria assumir uma campanha de enfrentamento ao assédio sexual nos ônibus de Fortaleza e que isso iniciou uma campanha adotada por diversos órgãos e poderes do município e do estado.

“Não é mais uma iniciativa do vereador Acrísio, Larissa ou Eliana, mas sim uma campanha da CMFor, da Assembleia Legislativa, da PMF, Governo do Estado, Tribunal de Justiça e Ministério Público. A partir de amanhã, temos a informação que o Sindiônibus estampará nos 2.500 ônibus que tem em Fortaleza e que fará capacitação de cobradores e motoristas para saberem abordar essa situação corretamente”, explicou.

Golpe 
Já tratando de outro tema, ainda durante sessão na CMFor, Acrísio chamou atenção de que há uma articulação para que em 2018 não aconteçam as eleições presidenciais, chamando essa possibilidade de “golpe dentro do golpe”. O parlamentar explicou que o ministro Gilmar Mendes estaria propondo um novo sistema de governo parlamentarista e que tal proposta seria para evitar que o próximo Presidente da República tivesse poderes reais de decidir pelo país.

“Se não pode decidir os rumos da economia, da política e do social, qual a importância que tem a Presidência da República? Nenhuma. Por isso que nos dois plebiscitos consultando a população no passado do Brasil, deu maioria esmagadora contrária a esse parlamentarismo. Porque ocupamos a tribuna hoje para denunciar esse segundo tempo do golpe? Porque em nenhum momento se propõe fazer a consulta popular, ninguém quer ouvir o povo”, disse.

Com informações da CMFor


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