Ceará

Audiência pública em Fortaleza pretende reforçar mobilização por anistia a policiais militares

Audiência pública em Fortaleza pretende reforçar mobilização por anistia a policiais militares
Audiência pública em Fortaleza pretende reforçar mobilização por anistia a policiais militares

O deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) acompanhou, na manhã desta terça-feira (12) em Brasília, um grupo de lideranças dos policiais militares, em atividades de mobilização e articulação para assegurar anistia aos trabalhadores que foram punidos após participarem de movimento grevista.

Objetivo
O objetivo da mobilização é garantir que não haja prejuízo aos policiais militares que entraram em greve no Ceará e em diversos estados, no fim de 2011 e no começo de 2012, e que os “profissionais da segurança pública contem com respeito aos seus direitos”.

Audiência
Para reforçar esse objetivo, uma audiência pública será realizada, em Fortaleza, no próximo dia 5 de abril, na Assembleia Legislativa. “Recebemos as lideranças trabalhistas dos policiais militares, dando sequência a um trabalho que vem de bastante tempo, na defesa dessa categoria, que representa também a defesa do direito da sociedade à segurança pública”, afirma Chico Lopes, destacando a presença do vereador de Fortaleza Capitão Wagner (PR), entre os representares da categoria que foram a Brasília, nesta terça-feira.

“Visitamos os gabinetes dos três senadores cearenses, reforçando com os trabalhadores a importância de se assegurar essa anistia, para os policiais cearenses e para os de outros estados, que também participaram da greve nacional da categoria, lutando por melhores salários e condições de trabalho”, destaca Chico Lopes.

Projeto de Pimentel
O deputado federal pelo PCdoB ressaltou o apoio do partido a um novo projeto de lei, apresentado pelo senador José Pimentel (PT-CE), que determina a anistia aos policiais punidos por participação em movimento grevista desde dezembro de 2011.

“Vamos seguir dando apoio à luta dos policiais, para que não haja prejuízo a quem exerceu o direito de greve. E para que essa tarefa da segurança pública, que é sempre um grande desafio, seja cumprida por trabalhadores com seus direitos respeitados”, disse.


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