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Atualizado em: 24/07/2011 - 3:11 pm

É o que afirma um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feito a partir de informações coletadas pelo Departamento de Estatística do Trabalho dos Estados Unidos (BLS, sigla em inglês de Bureau of Labor Statistics). Os encargos trabalhista correspondem a 32,4% dos custos com mão de obra na indústria nacional, o valor mais alto da amostragem. Os dados foram publicados pelo jornal O Estado de São Paulo.

Comparado aos países em desenvolvimento, com os quais o Brasil compete comercialmente em escala mundial, a diferença é grande. Os encargos são 14,7% dos custos em Taiwan, 17% na Argentina e Coreia do Sul e 27% no México. Na Europa é de 25%.

No Brasil, os encargos sobre a folha salarial são compostos principalmente pelas contribuições à Previdência Social. No caso da indústria de transformação, 20% da folha é destinado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Há também a contribuição por Risco de Acidente de Trabalho, o Salário Educação e contribuições ao Incra, Sesi, Senai e Sebrae, que correspondem a até 8,8% da folha de salários.

Somando-se as contribuições do empregador ao FGTS, indenizações trabalhistas e outros benefícios, como o 13.º salário e o abono de férias, o total de encargos chegou a 32,4% dos gastos com pessoal da indústria em 2009, ano-base do estudo do BLS.

Para a Fiesp, segundo informa o Estadão, essa situação desestimula o investimento industrial no Brasil e prejudica a competitividade das empresas nacionais no mercado internacional.

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