Eleições 2014

Camilo retoma campanha do segundo turno com visita ao Mercado Central

Camilo retoma campanha do segundo turno com visita ao Mercado Central. Divulgação
Camilo retoma campanha do segundo turno com visita ao Mercado Central. Divulgação

O candidato ao governo do Estado, Camilo Santana (PT), retomou oficialmente a campanha para o governo do Estado, na manhã desta terça-feira (7), ao revisitar o Mercado Central, no Centro de Fortaleza. O local foi o ponto de partida da coligação “Para o Ceará Seguir Mudando”, há três meses.

Virada
Na ocasião, Camilo voltou a agradecer aos cearenses a expressiva votação que lhe deu a virada no último domingo, desmentindo nas urnas o que apontavam as pesquisas. “Já passou o primeiro turno. Agradeço aos mais de 2 milhões e 40 mil cearenses que confiaram nesse projeto. É o 13 da Dilma, é o 13 do Camilo, para que a gente possa fazer o Ceará continuar avançando. Por isso, estamos começando hoje a campanha do segundo turno exatamente no mesmo local onde começamos o primeiro”, relembrou em entrevista a um grupo de jornalistas no Mercado Central.

Segundo turno
O candidato também ressaltou que manterá, nesta segunda parte da eleição, o foco na apresentação de uma campanha “propositiva em defesa de um projeto que tem trazido avanços para o Ceará”. Confirmou que manterá a conduta adotada desde o início da corrida eleitoral e acrescentou que vai procurar unir as famílias cearenses, ao sensibilizar eleitores de Eliane, Ailton e do próprio adversário, nesta etapa final do pleito.

“Neste início de campanha, eu vou manter a minha postura em respeito ao povo do Ceará. O adversário covardemente me agrediu. Acho que por desespero, o que mostrou exatamente a tendência do eleitorado, que foi contrário às pesquisas. Quero unir as famílias cearenses e mostrar a importância desse projeto e que não podemos correr risco de retroceder nos avanços”, afirmou.

Dilma
O candidato foi enfático quando perguntado pelo apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff na corrida pelo governo do Ceará. “Eu sempre tenho dito que nunca entrei na política por vaidade ou por realizar um projeto pessoal. Fui escolhido por meu passado e minha história. Disse, desde o primeiro turno, que não seria eu quem criaria constrangimento à presidenta Dilma”, reiterou.

Com informações da Assessoria


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