Eleições 2014

Candidatos ao Senado mantêm ritmo e estratégia

Geovanna Cartaxo, Mauro Filho, Raquel Dias e Tasso Jereissati disputam o Senado nas eleições deste ano
Geovanna Cartaxo, Mauro Filho, Raquel Dias e Tasso Jereissati disputam o Senado nas eleições deste ano

A pouco mais de 30 dias das eleições estaduais de 2014, que ocorrem no dia 5 de outubro, candidatos afirmam que a programação continuará sem alteração. Pelo menos, por enquanto.

Mauro
O candidato Mauro Filho (Pros), que disputa o Senado, disse que a campanha seguirá a mesma linha que vem sendo traçada desde o começo, com visita aos municípios cearenses, fazendo contato com os eleitores.

“A ideia é percorrer mais municípios para ouvir a população, fazendo corpo a corpo. Precisamos aprimorar mais as propostas”, contou. Citando, por exemplo, suas ideias como a redução dos impostos e a criação da carreira de médicos, assim como a de outras categorias.

Tasso
A campanha do tucano Tasso Jereissati (PSDB) não fugirá muito das ações que já foram e estão sendo feitas, segundo assessoria do candidato, que afirmou que, desde o começo do período eleitoral até o final, terá o mesmo ritmo. “Continuaremos realizando os programas temáticos, visando a apresentar suas ações, inclusive, hoje, o destaque foi para redução da mortalidade infantil durante sua gestão como governador do Estado”, afirmou a assessoria de comunicação.

A rotina do tucano será a mesma, com o candidato visitando os municípios e utilizando os mesmos materiais, como o carro de som e cavaletes, além do programa eleitoral.

Raquel
Raquel Dias (PSTU), que está tentando pela segunda vez uma vaga ao Senado Federal, ressaltou que a campanha seguirá normalmente, cumprindo as agendas de encontros diários com funcionários de empresas. “Nossa campanha é centrada onde estão os trabalhadores e trabalhadoras. Esta é uma estratégia fundamental, atingir e dialogar com este público”, comentou reforçando que as visitas serão estrategicamente direcionadas para debater as necessidades da classe trabalhadora.

Geovana
Segundo Geovana Cartaxo (PSB) a ideia da campanha neste momento é difundir o programa do partido, principalmente agora que a coligação nacionalmente disputa as eleições liderada por Marina Silva (PSB). Portanto, o fato poderá reforçar o palanque nos estados, embora os socialistas deixem nas entrelinhas a confiança de virada nas próximas pesquisas. “A nossa proposta é renovar também no jeito de fazer campanha”, afirmou, acrescentando que a estratégia é expandir as “vozes das ruas”.

Marina
Até a morte de Campos, Marina não tinha conseguido transferir seu patrimônio eleitoral para o cabeça de chapa e ainda atrapalhava as negociações feitas pelo partido em quase metade dos estados brasileiros, por discordar das posições políticas dos aliados. Agora, é um fenômeno nas pesquisas, empatada com Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e à frente de Aécio Neves no primeiro turno. No segundo turno, venceria a petista.


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