Fortaleza

Carlos Matos defende proposta de novas regionais e critica “tática de rinha de galo” dos adversários

Carlos Matos defende proposta de novas regionais e critica adversários

A polêmica em torno da mensagem do prefeito Roberto Cláudio, que cria uma nova divisão administrativa, elevando o número de regionais das atuais sete para 12 e define 39 territórios para a cidade, tem revelado opiniões diferentes sobre o tema entre partidos de oposição e pré-candidatos a prefeito de Fortaleza.

O tucano Carlos Matos, por exemplo, considera que “opor-se à atual gestão municipal não é o mesmo que sabotar medidas necessárias para a cidade”.

Na linha de confronto a opiniões externadas por nomes como o deputado federal capitão Wagner (PROS) e Guilherme Sampaio (PT), que consideram, na avaliação de Matos, que a proposta apenas aumenta cargos e despesas com fins eleitoreiros, o pré-candidato do PSDB vê a nova divisão administrativa como uma medida acertada. “Se a Câmara Municipal não aprovar a proposta, esta seria uma das primeiras medidas adotadas por mim na futura gestão”, afirma Carlos Matos.

Complexidade
Para o tucano, a divisão atual das secretarias regionais já não atendem à complexidade das múltiplas fortalezas existentes, uma vez que perderam sua função executiva e desempenham atividades de meras ouvidorias. Para tanto, pensar a gestão de forma articulada e territorializada é fundamental, implica analisar e definir necessidades e potencialidades, seguindo suas particularidades e as diversidades por bairros.

“Seria cômodo engrossar as críticas ao projeto, mas entendo que esse momento demanda grandeza dos principais atores políticos que trabalham na perspectiva de uma cidade mais inclusiva, que nos permita a escolha de ações mais adequadas, apontando estratégias que melhor respondam no enfrentamento das nossas demandas”, afirma Carlos Matos.

Rinha
Em tom crítico aos futuros adversários na corrida à Prefeitura de Fortaleza, Carlos Matos, que é pré-candidato, afirma que desconhecer o lado positivo do projeto é fazer a política reduzir o exercício da política a uma rinha de galos. “É uma questão de gestão, quem não entende fica contra. A ex-prefeita Luizianne Lins já mostrou que não entende de gestão e capitão Wagner surfa na onda da famigerada tática do “quanto pior, melhor”, diz.


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