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Carrinho de Compras: STJ gasta R$ 6,4 mil para compra de canetas BIC

Carrinho de Compras: STJ gasta R$ 6,4 mil para compra de canetas BIC

O mistério do sumiço de canetas nos locais de trabalho também parece atingir o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Corte reservou R$ 4,9 mil para a compra de 5.250 canetas esferográficas de cor azul e mais R$ 1,5 mil para a compra de 1,6 unidades das mesmas canetas, mas na cor preta.

Em ambas as cores, as peças são confeccionadas em plástico e são da marca BIC. O levantamento é do portal Contas Abertas.

Frutas
O Supremo Tribunal Federal (STF) reservou R$ 11 mil para o fornecimento de hortifrutigranjeiros. Ao todo, o contrato com a Mam Ribeiro Comercio De Alimentos prevê 33 tipos de frutas in natura e vegetais a serem entregues de forma parcelada para a Corte. Na lista estão, por exemplo, mais de mil unidades de abacaxi, 32 maços de alface americana e mais de 2 mil kg de laranja lima.

Mobiliário
O Tribunal Superior Eleitoral, por sua vez, reservou R$ 261,5 mil para renovar o mobiliário. Foram adquiridas:

  • Três poltronas giratórias de espaldar alto
  • 56 poltronas giratórias com braços e espaldar médio
  • 120 cadeiras giratórias de espaldar baixo, com braços
  • 20 cadeiras giratórias de espaldar baixo sem braços
  • 16 cadeiras fixas para interlocutor de espaldar baixo.

No TST
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) encheu o Carrinho de Compras desta semana. A Corte reservou R$ 835,2 mil para prestação de serviços de segurança armada. O montante é destinado à uma prorrogação de contrato com a empresa Brasfort e servirá para despesas no período de 16 de novembro a 31 de dezembro de 2017.

Recepção
O TST ainda empenhou R$ 452,6 mil para a prestação de serviços de recepcionista nas dependências da Corte em Brasília. O montante atende ao período de 24 de novembro a 31 de dezembro deste ano e também é uma prorrogação de contrato.

Transporte
Outros R$ 126,1 mil foram empenhados pelo TST para prestação de serviços de transporte de objetos e bens permanentes nas dependências da Corte.

Tudo OK!?
O levantamento é do portal Contas Abertas. A publicação ressalta que, em princípio, não existe nenhuma ilegalidade nem irregularidade neste tipo de gasto feito pela União e que o eventual cancelamento de tais empenhos certamente não ajudaria, por exemplo, na manutenção do superávit do governo ou em uma redução significativa de despesas.

A intenção de publicar essas aquisições é popularizar a discussão em torno dos gastos públicos junto ao cidadão comum, no intuito de aumentar a transparência e o controle social, além de mostrar que a Administração Pública também possui, além de contas complexas, despesas curiosas.

Com informações do portal da ONG Contas Abertas


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