Luto

Cid Gomes lamenta morte de Eduardo Campos

Cid Gomes lamenta morte de Eduardo Campos
Cid Gomes lamenta morte de Eduardo Campos

O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), lamentou a morte do candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB), nesta quarta-feira (13), após compromisso na cidade de Juazeiro do Norte.

Ano passado, Cid deixou o PSB para apoiar a candidatura da presidente Dilma Rousseff à presidência da República. Mesmo com o rompimento político, Cid não perdeu a admiração pelo pernambucano.

Roda Viva
Em entrevista ao programa Roda Viva, na TV Cultura, em 30 de setembro de 2013, Cid afirmou que “Você não vai me ouvir falar mal do Eduardo. O Eduardo, eu continuo dizendo o que sempre disse. O Eduardo é um grande quadro da política brasileira. Você, se quiser encher duas mãos com nomes nacionais, você vai colocar o nome do Eduardo. Ele é o governador mais bem avaliado do Brasil. Eu gostaria de ser eu, o mais bem avaliado, mas é ele, né. Então eu não vou falar mal do Eduardo. Agora ele tinha uma relação com o Lula que não conseguiu ter com a Dilma. Mas as coisas não são tão simplistas. O que está acontecendo com o PSB é que nos estados ele se agastou com o PT e está se aproximando de partidos conservadores”.

Nota
Veja abaixo o que disse o governador em nota enviada à imprensa:

“Quero manifestar meu profundo pesar pela morte de um brasileiro que estava numa missão, concorria à presidência da República, e teve comigo uma convivência muito próxima. Fomos eleitos, ele governador de Pernambuco, os dois em primeiro mandato: em 2000 e em 2004, reeleitos, pertencíamos ao mesmo partido. Como governadores, tivemos um cem números de agendas e de encontros em que procurávamos dar organicidade e consistência a muitas das demandas. que são comuns, Pernambuco tem uma realidade muito parecida com a do Ceará. Lamento profundamente a perda desse homem público, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

Quero presta minhas condolências à família e dizer que o Brasil perde com a morte de Eduardo. Nos últimos meses, a gente teve divergências partidárias, eu fiz a opção de apoiar uma candidatura e ele acabou colocando a sua candidatura. Essa divergência sempre foi muito clara, muito transparente e eu sempre tive um diálogo aberto com ele. Não terá sido uma divergência de uma quadra que me fará deixar de ter opinião que tenho. Eduardo foi um grande governador de Pernambuco, foi marcante na história de Pernambuco nos últimos anos. Como candidato a presidente, embora não fosse a candidatura que eu apoiava, era uma candidatura que contribua para melhorar e estimular o debate”.

Com a colaboração da jornalista Cely Fraga


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