Eleições 2016

Discurso de “unidade” marca convenção que homologou candidatura de Wagner

Discurso de "unidade" marca convenção que homologou candidatura de Wagner
Discurso de “unidade” marca convenção que homologou candidatura de Wagner

O Partido da República (PR) realizou neste domingo, 31 de julho, a convenção partidária que homologou a candidatura de Capitão Wagner para disputar a Prefeitura de Fortaleza. Eleitores, apoiadores e grupos de diversos segmentos da sociedade, acompanharam o evento no ginásio do Colégio Farias Brito, na Aldeota.

O evento foi marcado por discursos de “unidade” para transformar Fortaleza.

Wagner concorrerá numa chapa formada pelo PMDB, PSDB, PR e Solidariedade, tendo o atual vice-prefeito Gaudêncio Lucena, como aliado de chapa. “Percorri a cidade e vi as dificuldades, anseios e desejos da nossa população. E, pude constatar, sem sombra de dúvida, que vivemos num cidade com duas Fortaleza: uma rica e uma pobre”, disse Gaudêncio na abertura de seu discurso.

Eunício
Repetindo o discurso de “unidade”, Eunício Oliveira lembrou que Fortaleza é a segunda cidade mais violenta do mundo. O peemedebista disse, ainda que, em 2014, a capital cearense deu, a ele e Tasso Jereissati, 57% de votos nas urnas e prometeu voltar as ruas para pedir voto à Wagner. Disse ainda que, caso eleito, Wagner terá seu apoio para captar recursos em Brasília para desenvolver os projetos prometidos.

Tasso
Em sua fala, Tasso também repetiu o discurso de união e classificou Wagner de “mudança” e “nova liderança”. O senador criticou o “político interesseiro” e disse que o republicano “se impõe apenas pela sua presença”. “Estamos construindo uma nova liderança com uma forma diferente de fazer política. Com muito mais transparência”, disse, acrescentando ser necessário mudar a forma de fazer política no País, porque, segundo o tucano, “o Brasil, o cearense, está cansado de abrir o jornal e só ver roubalheira de político”.

Emocional
Em seu discurso Capitão Wagner contou sua história de vida, relatando a sua origem humilde, vindo de uma família que sobrevivia vendendo doces no bairro João XXIII. “Meu pai ganhava a vida vendendo doces e sustentava toda a família e tenho muito orgulho da minha origem. Eu e minha irmã mais velha vendíamos dindin para ajudar nas contas da casa, então, conhecemos de perto o sofrimento do povo dessa cidade. Eu sinto o que vocês sentem, eu sofri o que vocês sofrem. Vou cuidar de Fortaleza como cuido da minha família”, afirmou.

Família
Antes de discursar, sua esposa Dayany Bitencourt e seus filhos Raiany e Felipe contaram um pouco do político no convívio familiar. Emocionada, a filha leu uma carta escrita no dia anterior para homenagear o pai. “Tenho certeza que ele vai cuidar de Fortaleza como cuida da nossa família”, salientou Dayany.


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