Eleições 2012

Eleições 2012: Gonzaga defende saúde “100% pública”

Francisco Gonzaga durante apresentação de propostas na CMFor. Foto: Genilson de Lima

O candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) à prefeitura de Fortaleza, Francisco Gonzaga, apresentou seu plano de governo na Câmara Municipal, nesta quinta-feira (09).

Na ocasião, o prefeiturável defendeu que a saúde não pode ser “mercadoria” e que sua melhoria passa pela ampliação dos serviços da atenção primária e especializada. Segundo o candidato, a Capital conta atualmente com 4.000 unidades de saúde, das quais apenas 191 são públicas.

Propostas
Francisco Gonzaga, caso eleito para a prefeitura de Fortaleza, se compromete a “desbloquear” os 35% dos gastos com terceirização e contratos. Para a melhoria do serviço de saúde, o socialista aponta a ampliação do Programa de Saúde da Família, construção de hospitais, postos de saúde e a realização de concursos públicos.

Governo x Greve
Na relação entre governo e grevistas, Francisco Gonzaga ressalta que o país é democrático e que os trabalhadores devem ter os seus direitos garantidos. Ele destaca apoio as lutas dos profissionais a salários dignos, a exemplo da greve dos professores municipais pela implantação da Lei do Piso. “Hoje os trabalhadores não são ouvidos e tratados como bandidos”, apontou.

Educação
Ao ser questionado como melhorar a educação na Capital, o prefeiturável colocou como prioridade a construção de creches, escolas e a valorização dos professores. “Se o governo priorizar pagar as contas dos banqueiros e empresários vai faltar dinheiro para os trabalhadores. É preciso que a gente comece fazendo uma auditoria nas contas públicas”, atentou Francisco Gonzaga como medida de averiguar os investimentos públicos.

Meio Ambiente
Destacando o crescimento desordenado de Fortaleza, o socialista Francisco Gonzaga, atentou para o desenvolvimento da indústria da construção civil na cidade e o capitalismo no mundo. “Vemos um desenvolvimento que favorece os grandes empresários. O debate no Rio +20 não chegou a lugar nenhum pois não é de interesse dos capitalistas”, evidenciou. Para o candidato, a cultura capitalista deve ser combatida, pois, segundo avalia, dentro desta política do consumo não teríamos como preservar a natureza e a vida humana.

Com informações da CMFor


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