Eleições 2012

Eleições 2012: Professor Valdeci defende criação de Instituto de Planejamento sustentável para mobilidade e saneamento de Fortaleza

Professor Valdeci defende criação de Instituto de Planejamento para mobilidade e saneamento de Fortaleza. Foto: Kézya Diniz/Via Instagram

O candidato do PRTB à prefeitura de Fortaleza, professor Valdeci, visitou nesta sexta-feira (27) as ruas do bairro São Gerardo. Acompanhado de candidatos a vereador pela legenda, o prefeiturável conversou com moradores e distribuiu material de divulgação da campanha. Na entrevista à imprensa, professor Valdeci defendeu a criação de um Instituto de Planejamento para Fortaleza.

Segundo o candidato, ações das áreas de Saúde e Educação são prioritárias, mas a mobilidade urbana deve ganhar destaque no debate eleitoral e nas ações do próximo governo. “Há uma grande diferença entre uma prioridade para o povo e uma questão emergente. A prioridade para o povo é a Saúde e a Educação e a gente sabe disso. Mas isso é consequência de uma boa administração então eu coloco hoje a mobilidade urbana como uma necessidade”, defendeu.

Planeforte
O candidato ainda defendeu a criação de um instituto de planejamento para Fortaleza com foco nas áreas de mobilidade urbana e saneamento básico. “Se eu for eleito em Fortaleza, o primeiro passo será criar o Planeforte que é o Instituto de Planejamento sustentável do município de Fortaleza. E o Planeforte vai contemplar dois grandes programas: O plano municipal de urbanização, que incluiu essa tão famigerada mobilidade urbana, que é apenas um item. E inclui também o plano municipal de saneamento básico”, explicou.

Pra hoje!
Professor Valdeci ainda destacou que é obrigação do Estado garantir direitos básicos para a população e que as ações são para o presente e não apenas para o futuro.  “Essas questões precisam ser discutidas porque é isso que tá levando o povo a uma saúde precária, a morrer precocemente e isso precisa ser conjugado no hoje. A gente conjuga a vida no hoje. E hoje o povo está humilhado, sofredor, sem direito a palavra, a voz, a imagem. O Estado abandonou o povo e infelizmente pregou um progresso que não alcança as populações de baixa renda”, enfatizou.


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