Fortaleza

Eliana Gomes convoca ato em repúdio à violência contra as mulheres

Eliana Gomes convoca ato em repúdio à violência contra as mulheres

A vereadora Eliana Gomes (PCdoB) vai acompanhar ato público e panfletagem, promovidos por seu mandato, que irá denunciar a violência contra as mulheres em Fortaleza. O evento está marcado para domingo, dia 12 de março, no Polo de Lazer da Av. Sargento Hermínio, a partir das 10 horas. Moradores dos bairros Ellery e Monte Castelo e a União Brasileira de Mulheres (UBM)devem acompanhar a mobilização.

A iniciativa faz parte de campanha da parlamentar que irá percorrer a cidade com oficinas temáticas sobre os direitos das mulheres, chamada de “Nenhuma a Menos – Fortaleza contra o feminicídio e a violência”.

Enfrentamento
Conforme a comunista, é necessário enfrentar a situação que coloca a capital do Ceará como a 5ª cidade com maior número de homicídios contra mulheres no Brasil, de acordo com dados fornecidos pelo Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil, estudo elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). “55,3% desses crimes aconteceram no ambiente doméstico, sendo que 33,2% cometidos pelos parceiros ou ex-parceiros das vítimas. Está muito claro que para combater esta situação é necessário formar o nosso povo para a superação do machismo”, destaca Eliana Gomes.

Agenda
As capacitações sobre igualdade de gênero, combate a violência e empreendedorismo iniciam-se no dia 18, às 16h30, no bairro Henrique Jorge e acontecerá na casa de uma liderança comunitária, localizada na rua Florianópolis, 1632. Dia 20 o encontro é no Bairro Goiabeiras, às 19h, na Rua das Hortas, 38. Em 22 de março serão duas oficinas, uma às 14h no Comitê Municipal do PCdoB, Av. da Universidade, 1814, e outra às 19h no Bom Jardim, na Rua Oscar Araripe, 579.

A agenda de debates encerra-se no dia 30, às 19h, dentro do Encontro com Amigas e Amigos da Granja Portugal, que vai acontecer na Rua 1º de maio, 1219. “Neles, vamos propor debates e reflexões sobre as relações cotidianas, as divisões de tarefas no ambiente doméstico e familiar, como enfrentar a violência e as consequências das desigualdades de gênero no mercado de trabalho”, explica a vereadora.

 


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