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Empresas investigadas na operação Lava Jato tentam acordo com CGU

Empresas investigadas na operação Lava Jato tentam acordo com CGU. Foto: Polícia Federal/Divulgação
Empresas investigadas na operação Lava Jato tentam acordo com CGU. Foto: Polícia Federal/Divulgação

O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, afirmou nesta terça-feira (18) que as empresas investigadas na Operação Lava-Jato entraram em contato com o órgão para tentar acordos de leniência, ou seja, colaborar com as investigações em troca de perdão ou redução de eventuais penalidades. Ele não revelou o nome das empresas.

Na sexta-feira (14), executivos e funcionários de nove empreiteiras foram presos ou alvos de busca no âmbito da investigação que apura desvios em contratos firmados com a Petrobrás.

Envolvidos
Entre as prisões estão integrantes da Queiroz Galvão, Mendes Júnior, Iesa, Camargo Corrêa, OAS, Galvão Engenharia, UTC Engenharia e Engevix.

Processo
Segundo o ministro-chefe, a CGU provavelmente vai encaminhar processos administrativos contra as empreiteiras e que o órgão aguarda apenas receber mais informações da Polícia Federal. “Concluída a análise desses elementos, vamos instaurar processos muito provavelmente contra várias dessas empreiteiras, se não contra todas”, afirmou.

Sem fundamento
Hage, no entanto, afirmou não haver “fundamento” entrar com processo administrativo contra a Petrobras em razão das denúncias envolvendo contratos firmados com a estatal. “Entendo que a Petrobras é vítima nessa história, tanto de agentes corruptores, de empresas e pessoas físicas, como de agentes públicos dentro dela, que se deixaram corromper. Em ambos os casos, ela, empresa, é vítima, no nosso ponto de vista”, disse o ministro após participar de um evento na capital paulista.

Com informações da Agência Estado


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