Polêmica
Atualizado em: 16/05/2011 - 6:35 pm

Diretor-presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn. Foto: EFE

Sem direito à fiança, o diretor-presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, permanecerá preso preventivamente em Nova York. A decisão é da juíza Melissa Jackson, da Corte Criminal de Manhattan, em Nova York. Ela negou o direito de pagamento de fiança e marcou para o próximo dia 20 nova audiência com Strauss-Khan.

Acusações
Na Justiça dos Estados Unidos, Strauss-Kahn é acusado de cometer sete crimes, cujas penas somam 74 anos de prisão. Suspeito de agressão sexual a uma camareira do Hotel Sofitel, onde se hospedou no fim de semana, Strauss-Kahn negou as acusações. Ele foi detido quando já estava na aeronave da Air France, no Aeroporto J.F. Kennedy, em Nova York, que iria para Paris.

O outro lado
Um dos advogados de Strauss-Kahn Benjamin Brafman afirmou estar “desiludido com a decisão do tribunal”.

“A batalha apenas começou”, afirmou. “Estamos evidentemente desiludidos com a decisão do tribunal. Acreditamos na inocência de Strauss-Kahn e pensamos que o nosso caso é defensável”, disse. “É importante compreender que esta batalha apenas começou”, acrescentou Brafman.

Risco
A juíza nova-iorquina alertou sobre o risco de fuga para ordenar a prisão de Strauss-Kahn. Na audiência, hoje (16), a defesa pediu a libertação do diretor-presidente do FMI sob pagamento de fiança no valor de US$ 1 milhão e garantiu que ele ficaria Nova York, na casa da filha dele. Strauss-Kahn também entregou o passaporte à Justiça norte-americana.

Da Agência Brasil.

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