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IstoÉ: Os delatores de Dilma

IstoÉ: Os delatores de Dilma

A revista IstoÉ que chega às bancas de todo o país neste final de semana destaca “os delatores de Dilma”. De acordo com a publicação, um documento da Justiça Militar revela o nome de cinco civis que passaram a integrar rede de informações em Minas Gerais após terem testemunhado ações do Comando de Libertação Nacional.

Vítima do aparato repressivo da ditadura, a presidente Dilma Rousseff foi processada, presa e submetida a torturas por conta de sua militância em grupos de esquerda como o Comando de Libertação Nacional (Colina), que promoveu ações armadas entre 1967 e 1969.

Lista
A organização de Dilma foi desmantelada por uma operação militar que prendeu seus principais integrantes e só foi possível a partir de informações fornecidas por colaboradores do regime militar. A lista desses informantes consta de denúncia oferecida pela 4ª Circunscrição Judiciária Militar em 1971 e foi obtida com exclusividade por ISTOÉ.

Rede
No documento, até agora inédito, os militares listam cinco nomes de civis que, após terem testemunhado ações do Colina, passaram a integrar a rede de informações em Minas Gerais. Essas pessoas entregaram detalhes de encontros, endereços e a identidade de militantes.

Médico
Um dos delatores citados no documento é considerado peça-chave para a inclusão da jovem Dilma Vana Rousseff no processo movido contra integrantes da organização. Trata-se do médico José Márcio Gonçalves de Souza, que hoje atende num hospital ortopédico de Belo Horizonte.


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