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Lula dará abraço simbólico na Petrobras

Lula dará abraço simbólico na Petrobras. Foto: Agência Brasil
Lula dará abraço simbólico na Petrobras. Foto: Agência Brasil

Um abraço simbólico na Petrobras, na próxima segunda-feira (15), marcará a nova fase da campanha da presidente Dilma Rousseff, a vinte dias da eleição. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará na comissão de frente da manifestação, que terá como mote “a defesa do pré-sal e da Petrobras”.

Não vai?!
Dilma não participará do ato, mas tudo foi planejado para criar uma agenda de impacto na campanha petista, desviando o foco das denúncias feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa – preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal – sobre um esquema de corrupção na empresa.

Caminhada
Pelo roteiro traçado, Lula e candidatos ao governo do Rio além de representantes de centrais sindicais e movimentos sociais, sairão da Cinelândia, por volta de 11 horas, com destino à sede da Petrobras. Lá, todos darão um grande abraço na estatal.

Manifestação
A manifestação ocorrerá após Marina acusar o PT de pôr na Petrobras um diretor para “assaltar” os cofres da empresa. Para Dilma, a declaração foi “leviana e inconsequente”.

Interpretação
Na tentativa de desgastar sua principal adversária, a presidente interpretou as poucas linhas dedicadas por Marina ao pré-sal, no programa de governo, como sinal de que ela “não dará prioridade” ao tema, prejudicando, assim, investimentos previstos para educação e saúde.

“Cortina de fumaça”
A ex-ministra do Meio Ambiente acusou o PT de usar o pré-sal como “cortina de fumaça” para esconder os escândalos na Petrobras e disse que os petistas agem dessa forma porque “estão desesperados”.

Negociação
A presença dos quatro candidatos da base aliada ao governo do Rio (Luiz Fernando Pezão, do PMDB; Lindbergh Farias, do PT; Anthony Garotinho, do PR, e Marcelo Crivella, do PRB), no ato convocado para dar um abraço na Petrobras, ainda está sendo negociada pelo comitê da reeleição.Articuladores da campanha de Dilma tentam convencer os candidatos fluminenses a dar uma trégua nas divergências, sob o argumento de que a manifestação renderá dividendos para a imagem de todos.

Com informações da Agência Estado


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