Câmara Municipal

Marcha da Maconha esquenta o clima na Câmara de Fortaleza

Marcha da Maconha esquenta o clima na Câmara de Fortaleza. João Alfredo revelou que chegou a experimentar a droga na juventude. Foto: Genilson de Lima/CMFor
Marcha da Maconha esquenta o clima na Câmara de Fortaleza. João Alfredo revelou que chegou a experimentar a droga na juventude. Foto: Genilson de Lima/CMFor

Os vereadores de Fortaleza divergiram sobre a legalização da maconha, durante a sessão plenária desta quinta-feira, dia 23. O clima chegou a ficar tenso. Tudo começou quando o vereador Ronivaldo Maia (PT) utilizou à tribuna da Câmara Municipal para divulgar a “Marcha da Maconha”, que irá ocorrer neste domingo, dia 26, em Fortaleza, na Avenida Beira-Mar. Entre a defesa e o repúdio à manifestação, o vereador João Alfredo (Psol) admitiu que experimentou a droga na juventude, esquentando ainda mais o debate.

“Fins medicinais”
Ronivaldo disse que o “proibir” da droga não trouxe eficiência, pelo contrário, fomentou ainda mais as organizações criminosas, que, ano a ano, continuam faturando milhões. Disse, ainda, que o cultivo da erva para fins medicinais já possui base científica e cobrou avanços na regulamentação do cultivo da planta.

Nota de Repúdio
Alguns vereadores não receberam bem o pronunciamento do petista. Adail Junior (PV) repudiou o discurso, justificando que a marcha da maconha abre caminho para consumo de droga. Já o vereador José do Carmo (PSL) sugeriu a divulgação de uma nota de repúdio ao evento.

Experiência
Em meio ao debate acalorado, o vereador João Alfredo (Psol) surpreendeu os demais parlamentares, quando declarou ter consumido maconha na juventude. Muitos vereadores repudiaram a declaração. Para Adail Junior, a afirmação é um serviço de deseducação aos jovens que limitam junto ao mandato do socialista.


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