Articulação

Marina Silva anuncia mobilização em busca de assinaturas na Copa das Confederações

Marina Silva anuncia mobilização em busca de assinaturas na Copa das Confederações. Foto: Kézya Diniz
Marina Silva anuncia mobilização em busca de assinaturas na Copa das Confederações. Foto: Kézya Diniz

Apoiadores de Marina Silva começaram um mutirão nos jogos da Copa das Confederações (que iniciou no sábado (15) e só termina no dia 30) para coletar assinaturas com o objetivo de registrar a Rede Sustentabilidade. A estratégia foi divulgada durante ato realizado em São Paulo, quando a ex-senadora anunciou ter alcançado a meta de 500 mil assinaturas coletadas desde fevereiro.

Registro
Para o registro oficial do partido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), são necessárias apenas 490 mil nomes. No entanto, calcula-se que até 30% dos apoios não possam ser aproveitados, por causa de erros no preenchimento dos formulários ou problemas na conferência das assinaturas pela Justiça.

Mobilização
A Rede, então, anunciou a mobilização para conseguir pelo menos outras 300 mil até o dia 7 de julho. Segundo esse cronograma, com as 800 mil assinaturas em mãos, aliados de Marina acreditam que poderão iniciar o processo de registro da sigla na Justiça Eleitoral a partir de 1º de agosto.

Preocupação
No ato, Marina disse estar preocupada com a possibilidade de aliados do governo no Congresso atrasar a votação do projeto de lei que inibe a criação de novos partidos. “Eles podem ter uma ação protelatória na votação da lei até a reta final do nosso prazo para que o Supremo não tenha tempo de finalizar o julgamento sobre o mérito do projeto”, disse.

Prazo
Para concorrer nas eleições de 2014, a Rede precisa ser registrada até o início de outubro deste ano.

Crítica
A ex-senadora voltou a criticar a política econômica do governo Dilma Rousseff (PT). Segundo ela, o uso do consumo como principal instrumento de estímulo à economia pode hoje comprometer a estabilidade do país. “Não podemos, em nome de uma agenda política, eleitoral, comprometer a estabilidade. O Brasil todo olha o quadro com preocupação.”

Com informação da Folha.com


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