Eleições 2014

Mauro Filho prepara mudanças na campanha ao Senado

Dilma trocou afagos com Mauro Filho durante recente passagem por Fortaleza. Foto: Reprodução do Facebook
Dilma trocou afagos com Mauro Filho durante recente passagem por Fortaleza. Foto: Reprodução do Facebook

O candidato ao Senado, Mauro Filho (Pros), acredita que um melhor desempenho nas pesquisas de intenção de voto poderá ser visto nas próximas semanas, quando a campanha deslanchar e o eleitor “prestar atenção” à disputa.

Em entrevista à imprensa, antes de expor suas propostas em debate com empresários no Centro Industrial do Ceará (CIC), na noite de segunda-feira (08), ele disse que as pesquisas refletem um momento da já esperada liderança do seu principal adversário, o tucano Tasso Jereissati (PSDB).

“Pesquisas constatam que a candidatura de senador só decola nos últimos dias”, disse, relembrando que, em 2010, o resultado das eleições modificou na última semana, quando José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (PMDB) derrotaram Tasso Jereissati na corrida pelo Senado. Ele lembrou ainda da campanha do senador Inácio Arruda (PCdoB) em 2006.

Nova etapa
Mauro Filho pregou serenidade e disse que, a partir dia 19 de outubro, a campanha dele iniciará uma nova etapa. Ele não quis dar detalhes sobre as mudanças que ocorrerão, contudo, deixou nas entrelinhas a inclusão de vídeos de apoio gravados pela presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e o ex-presidente Lula. Nos bastidores, circula a informações de que Dilma aproveitou a passagem por Fortaleza na semana passada e gravou para o candidato. Questionado sobre o assunto, Mauro não confirmou e nem desmentiu, disse apenas “no momento oportuno, essas aparições aparecerão”.

Economia
Sobre economia, o candidato falou das prioridades do atual governo e apresentou suas propostas, dentre elas a equalização da alíquota de ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços) interestadual do Estado, além de estudar maneiras de reduzir as desigualdades regionais, pois, segundo ele, os mecanismos utilizados pelo governo federal estão ultrapassados, citando a Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste).

Com informações do OE


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