Ceará

“Não aceitaremos nenhum tipo de intimidação”, diz Camilo sobre ataques

Camilo usou as redes sociais para comentar sobre os ataques a ônibus na quarta-feira. Foto: Máximo Moura
O governador Camilo Santana usou as redes sociais para se posicionar sobre os ataques a ônibus na Capital e na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Em postagem, publicada na quarta-feira (19), o governador afirma que setores de inteligência do Estado foram mobilizados para identificar e prender os suspeitos pelos crimes.

No texto, publicado no perfil oficial de Camilo, o governador revela que esteve reunido com o secretário da Segurança Pública, André Costa, para discutir o assunto. “Sobre esses ataques a ônibus hoje, em Fortaleza e RMF, estive reunido com o secretário André Costa durante a tarde, quando foram determinadas todas as medidas necessárias para garantir a segurança da população e restabelecer a normalidade nas ruas”, explicou o governador.

Intimidação
Santana ainda afirma que o Estado não vai aceitar nenhum tipo de intimidação. “O policiamento foi reforçado e os setores de inteligência mobilizados para identificar e prender cada um dos criminosos envolvidos. Seis já foram capturados. Todos os envolvidos serão punidos dentro da lei. Não aceitaremos nenhum tipo de intimidação. Temos uma força policial capaz e comprometida, que conta com o meu apoio e confiança para garantir a ordem e a lei”, escreveu o governador.

Ataques
Segundo a SSPDS, cinco homens e uma mulher foram presos por suspeita de envolvimento nos incêndios criminosos. Pelo menos 16 ônibus foram incendiados nos bairros de Fortaleza: Barroso (1), Jangurussu (2), Edson Queiroz (3), Barra do Ceará (1), Siqueira (1), Conjunto Palmeiras (2), Parque Dois Irmãos (1) e Aerolândia (1). Além de quatro nas cidades da RMF: em Maracanaú, Horizonte, Eusébio e Pacajus.

Motivação
A Secretaria não confirma a motivação dos ataques e diz que está investigando o caso. Nas redes sociais, no entanto, circulam cartas que teriam sido encontradas nas proximidades dos ônibus incendiados e que relatam que os ataques são represálias de detentos inconformados com medidas adotadas em presídios, como a transferência de presos, por exemplo.


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