Polêmica

Policial Militar promete recorrer da decisão de trancamento do processo contra Ciro Gomes

Policial Militar promete recorrer da decisão de trancamento do processo contra Ciro Gomes. O parlamentar é acusado de injúria e difamação por ter chamado policiais militares de “marginais fardados e covardes”.
Policial Militar promete recorrer da decisão de trancamento do processo contra Ciro Gomes. O parlamentar é acusado de injúria e difamação por ter chamado policiais militares de “marginais fardados e covardes”.

A policial militar Ana Paula Brandão aguarda comunicado oficial para recorrer da decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), publicada na terça-feira (22), que tranca ação penal contra o ex-ministro Ciro Gomes. O parlamentar é acusado de injúria e difamação por ter chamado os policiais militares que integraram o movimento grevista em janeiro de 2012 de “marginais fardados e covardes”.

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Na espera
Após veiculada na imprensa a decisão do desembargador Francisco Gomes de Moura, da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), que tranca o processo movido pela soldado da Polícia Militar, Ana Paula Brandão da Silva, contra o ex-ministro Ciro Ferreira Gomes, a policial, por meio de sua assessoria jurídica, aguarda comunicado oficial para recorrer da decisão judicial. Segundo a advogada da soldado, “até o momento não fomos notificados e só tomamos conhecimento da decisão através da imprensa”.

Queixa
A ação movida em março de 2012 apresenta queixa-crime por injúria e difamação contra o ex-ministro Ciro Gomes, que durante a paralisação da Polícia Militar do Ceará, ocorrida no início de 2012, afirmou que os integrantes do movimento seriam “marginais fardados aliados com traficantes e covardes”. Mais de 50 policias militares também entraram com ações individuais que ainda tramitam na Justiça cearense.

Ação Cível
Além de recorrer da decisão da 1ª Câmara Criminal a advogada da policial, Mariayda Faria, também irá ingressar com ação na área cível. Ana Paula Brandão afirma que “quanto policial e integrante do movimento de paralisação, que teve adesão de 90% do efetivo da Polícia Militar, sinto-me ofendida com as declarações de Ciro Gomes”.


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