Corrupção
Atualizado em: 15/08/2011 - 4:11 pm

Um dos presos na Operação Voucher da Polícia Federal (PF) – que, na semana passada, desmontou um esquema de fraudes no Ministério do Turismo – deu um cheque sem fundos para pagar a fiança de 109 mil reais e deixar a cadeia. Agora, Wladimir Furtado, que é pastor evangélico, tenta arrecadar o dinheiro junto a familiares, amigos e fieis da Assembleia de Deus Casa de Oração Betel, em Macapá (AP).

A mulher de Furtado explicou ao site da Veja que a família não tem condições de arcar com o valor da fiança, considerado muito alto por eles, e por isso pede a ajuda de cada um. O pastor-empresário precisará reunir os 109 mil reais (200 salários mínimos) ainda nesta segunda-feira (15) se não quiser voltar à prisão.

Furtado é dono da Cooperativa de Negócios e Consultoria Turística (Conectur), empresa de fachada sediada na periferia de Macapá, que recebeu 2,5 milhões de reais do Ministério do Turismo em um convênio apontado como fraudulento pelo Tribunal de Contas de União (TCU) e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Furtado nega envolvimento em fraudes: diz que as irregularidades, se aconteceram, são de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestutura Sustentável (Ibrasi) – centro das investigações da Operação Voucher, da Polícia Federal (PF). Ele também nega ter afirmado que a deputada Fátima Pelaes (PT-AP) lhe pediu que assinasse o milionário contrato suspeito.

Com informações do site da Veja

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