Corrida presidencial

PSB se reúne segunda-feira para definir candidatura à Presidência

PSB se reúne quarta-feira para definir candidatura à Presidência. Foto: Reprodução do Youtube
PSB se reúne quarta-feira para definir candidatura à Presidência. Foto: Reprodução do Youtube

A cúpula do PSB deve se reunir em Brasília na próxima segunda-feira (18) para decidir os rumos da campanha presidencial após a morte do ex-governador de Pernambuco e presidente nacional do partido, Eduardo Campos.

Tendência
A tendência é que o partido apoie o nome de Marina Silva, que ocupava a vice da chapa presidencial.

Desejo da viúva
Principal herdeira do espólio político de Eduardo Campos, sua mulher Renata quer, segundo amigos e aliados, ver Marina Silva representando a família na cédula eleitoral como cabeça de chapa.

Aliados
Além da família, dirigentes de todos os outros cinco partidos da coligação comandada pelo PSB defendem a indicação da ex-senadora, vice na chapa de Campos após ter anunciado em outubro de 2013 a adesão ao projeto presidencial do então governador de Pernambuco.

Não é unanimidade
A posição, entretanto, não é unânime, e mesmo os entusiastas admitem que ela enfrentará problemas se for mesmo a candidata. A união de Marina com o PSB foi montada sob uma divisão interna que Campos só contornou com grande esforço. A dúvida é se Marina terá disposição ou capacidade de assumir essa articulação.

Investidores
A candidatura de Marina também é defendida por banqueiros e grandes investidores, que acreditam que sua presença na disputa facilitaria a existência de um segundo turno e diminuiria as chances da reeleição de Dilma Rousseff (PT).

E o vice?!
O grupo de Marina Silva afirma que ela apresentará condições não assumir “às escuras” a candidatura do PSB. A negociação passará pela escolha de um vice que seja leal a Eduardo Campos, tenha a confiança da ex-senadora e capacidade de unir a “ala petista” e a “ala tucana” do PSB.

Acidente
O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Henrique Accioly Campos, 49, morreu na quarta (13) em acidente aéreo em Santos, litoral paulista, onde cumpriria agenda de campanha. Dois pilotos e quatro assessores também morreram, e sete pessoas em solo ficaram feridas.

Com informações da Folha Online


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