Ceará

Renato Roseno rejeita candidatura ao governo em 2018

Renato Roseno rejeita candidatura ao governo em 2018. Foto: Máximo Moura

O Psol lançará candidatura própria ao governo do Ceará nas eleições de 2018. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Renato Roseno. O parlamentar negou, no entanto, que tenha pretensão de disputar a chefia do Palácio da Abolição, mas enfatizou que a sigla vai apresentar alternativas tanto para o Governo do Estado como para o Senado da República.

Com relação ao nome do Psol que vai disputar o comando do Ceará, Roseno disse que a definição ainda não aconteceu uma vez que “ainda é muito cedo para isso”.

“O nosso partido não vai deixar de ter um nome próprio na disputa do Governo do Estado, mas isso só vai acontecer lá para o fim do ano ou mesmo começo de 2018”, reforça.

Congresso
O parlamentar reforça que “com certeza” um nome de oposição representará a sigla na disputa eleitoral. Mas, de acordo com ele, o nome será escolhido em um congresso da legenda que ainda está sem data definida, mas com perspectiva de acontecer até o fim do corrente ano.

Renovação
Roseno afirma que a situação no Ceará “está muito ruim, assim como a situação do Brasil” e que uma renovação “tanto em nível estadual como federal” se faz necessária “para que a população tenha mais oportunidades”.

O deputado observa que as crises econômica e política “são muito grandes e a alternativa que o partido vai fazer, em níveis estadual e federal, vai ao encontro dos interesses das maiorias sociais, das classes trabalhadoras e outras categorias”.

Populismo
O parlamentar chama atenção para o que avalia como um certo “populismo autoritário, um populismo conservador, que estão complicando tudo” no cenário político nacional. Ainda conforme ele, no Ceará, a realidade não é diferente já que observa “uma situação de medo e de desespero da população”. Roseno acrescenta que não se pode mudar a política “nem criminalizando a atividade política e nem se afastando da política” e defende a participação da sociedade para mudar o cenário atual.

Com informações do OE


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