Ceará Nacional

Terceirização não garante emprego, diz Pimentel

Terceirização não garante emprego, diz Pimentel.  Foto: Agência Senado
Terceirização não garante emprego, diz Pimentel. Foto: Agência Senado

O senador José Pimentel (PT), líder do governo no Congresso Nacional, voltou a afirmar que não existe estimativa para a aprovação do projeto de trata da regulamentação das terceirizações no Brasil, em tramitação no Senado Federal.

O cearense lembra que o projeto passou 11 anos na Câmara Federal para ser aprovado. Já no Senado, o texto foi distribuído para quatro comissões permanentes: a de Constituição e Justiça; de Assuntos Econômicos; de Direitos Humanos; e de Assuntos Sociais.

Empregos
Pimentel ressalta, ainda, que durante o período de tramitação do projeto na Câmara Federal, o Brasil gerou mais de vinte milhões de novos empregos, com carteira assinada. Isso, segundo ele, mostrou que a terceirização não serve para gerar emprego.

PMDB
Sobre os desentendimentos que existem entre o vice-presidente da República, Michel Témer, com o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, disse que são questões do PMDB e que, por isso, prefere não avaliar. “Eu aprendi que é muito bom a gente cuidar apenas do partido em que a gente está filiado e como a questão é de outro partido, prefiro ficar de fora”, pontua.

Sobre os prejuízos que esses desentendimentos podem gerar no apoio do partido ao governo federal, Pimentel repetiu que a questão é do PMDB e que cabe unicamente à legenda resolver essas questões.

Lula e o PT
Sobre a declaração do ex-presidente Lula, de que a elite tem medo do retorno dele ao poder, o senador cearense retrucou que a geração de emprego nos governos do PT, de 2003 até hoje já configura motivo para que Lula seja respeitado.

“O fortalecimento da micro e pequena empresa aconteceu no governo Lula e continuou no governo Dilma Rousseff. Em 2003, o número de empreendedores individuais era de apenas pouco mais de 1,3 milhão e hoje está com mais de 9 milhões. Portanto, no governo do Partido dos Trabalhadores, os pequenos sempre tiveram um tratamento diferenciado”, enfatiza.


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