Polêmica
Atualizado em: 30/04/2011 - 10:20 pm

Reprodução de matéria publicada na edição 2215, da revista Veja.

A edição da revista Veja que chega às bancas de todo o país esta semana, retoma o assunto que deu o que falar entre os leitores (e até entre os não leitores) cearenses na semana passada e volta a expor o desgaste da prefeita Fortaleza, Luizianne Lins (PT), relatando novos fatos a partir da repercussão da matéria publicada na edição anterior da revista.

Sob o título, “A Joaninha vira um Marimbondo – A zangada prefeita de Fortaleza é atingida por um enxame de novas denúncias”, a reportagem começa identificando Luizianne Lins como a “prefeita mais impopular do país” e relata que a gestora terá que enfrentar um pedido de impeachment, solicitado pela Ação Cearense de Combate à Corrupção, junto a Câmara de vereadores de Fortaleza, na última sexta-feira (29).

Contra-Ataque
A matéria diz que Luizianne “contra-atacou” as denúncias da revista Veja, foi a uma emissora de TV e depois “publicou nos jornais cearenses um anúncio ardido” que teria sido pago com dinheiro público. O Ministério Público Estadual, através do promotor Ricardo Rocha, teria visto indícios de crime e aberto um processo contra a prefeita da capital.

Ordem Judicial
Ainda segundo a revista, o Ministério Público Estadual denunciou a prefeita Luizianne Lins criminalmente por descumprir uma ordem judicial datada de julho de 2008 e que “a petista deveria ter pago R$ 1,5 milhão de reais em dívidas trabalhistas a funcionários da prefeitura”.

Cartões Corporativos
A revista volta a citar o uso dos cartões corporativos e dessa vez apresenta cópia da tomada de contas do Tribunal de Contas dos Municípios para afirmar que “de janeiro de 2007 a março de 2008, a prefeita petista e seis de seus assessores gastaram 43 000 mil reais com cartões corporativos, mas só prestaram contas de 3 198 reais”.

Devassa
Em uma das despesas descritas pelo TCM, Luizianne Lins teria utilizado o cartão corporativo para o pagamento de uma conta no valor de R$61,04 na cervejaria Devassa, em Ipanema, Rio de Janeiro, no dia 23 de novembro de 2007.

Em outra despesa, 4 000 reais foram destinados à Fnac Brasília Guara, loja de eletrônicos e livros, no dia 1º de novembro de 2007.

Superfaturamento
A matéria destaca ainda que Ministério Público Federal teria detectado superfaturamento de R$ 3 milhões nas obras do Hospital da Mulher. Enquanto os vereadores de oposição estariam investigando, segundo disse a revista, um repasse de R$ 94 milhões para o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Apoio à Gestão da Saúde, “ONG petista que jamais prestou contas das verbas recebidas” da prefeitura de Fortaleza.

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